quinta-feira, julho 19, 2012

terça-feira, julho 17, 2012

Departamento de Geografia, ICS: "Aplicação de ferramentas e de competências transversais"

«Formação a realizar em Setembro de 2012
no Campus de Azurém da Universidade do Minho

1-Título: Aplicação de ferramentas e de competências transversais.

2-Público-alvo: Estudantes ou ex-estudantes dos 1º e 2º Ciclos da Universidade do Minho. Caso existam vagas poderão ser considerados os estudantes do 3º Ciclo.

3-Vagas: 24 estudantes (inscrição gratuita tendo direito a um certificado de participação nas acções de formação). Cada estudante pode inscrever-se em apenas uma acção de formação, em duas, em três ou nas quatro previstas.

4-Local de realização: Campus de Azurém (Guimarães) – no Laboratório de Sistemas de Informação Geográfica do Departamento de Geografia.

5-Data de realização: 10 a 13 de Setembro.

6-Organização: Departamento de Geografia (Direcção dos 1º e 2º Ciclos), Conselho Pedagógico do Instituto de Ciências Sociais, Núcleo de Investigação em Geografia e Planeamento (NIGP) e Centro de Investigação em Ciências Sociais (CICS).

7-Responsáveis pela Organização: Paula Remoaldo (Professora Associada do Instituto de Ciências Sociais), Professor Doutor António Vieira (Professor Auxiliar do Instituto de Ciências Sociais) e Professor Doutor Rui Morais (Professor Auxiliar do Instituto de Ciências Sociais).

6-Competências a adquirir com a formação:
—Aquisição de algumas competências transversais (soft skills), tais como, as que se relacionam com a aplicação dos Sistemas de Informação Geográfica e a elaboração de um artigo científico;
            —Capacitação dos estudantes para a investigação;
—Capacitação dos estudantes para a intervenção nas empresas.

7-Plano de formação:

Dia 10 de Setembro (14h às 18h) – Análise espacial com recurso a SIG.
Formador: Prof. Doutor António Vieira (Professor Auxiliar do Departamento de Geografia da Universidade do Minho).

Dia 11 de Setembro (14h às 18 h) Dia 10 de Setembro (14h às 18 h) – Sistemas de Informação Geográfica aplicados à definição de aglomerados urbanos.
Formadora: Mestre Maria da Luz Fernandes (Técnica Superior da Câmara Municipal de Amares).

Dia 12 de Setembro (14h às 18 h) – Sistemas de Informação Geográfica em Open source   (Uso de algumas plataformas de visualização e edição em ambiente desktop e webSIG, assim como a edição e visualização de metadados on-line).
Formador: Dr. Eurico Loureiro (Investigador no CITCEM).

Dia 13 de Setembro (14h às 18h) – Elaboração de um artigo científico (como pesquisar; as bases de dados mais importantes; a estrutura e redacção de um artigo científico).
Formadora: Profª. Doutora Paula Remoaldo (Professora Associada do Departamento de Geografia da Universidade do Minho).

Inscrição: A inscrição pode ser efectuada, até ao dia 7 de Setembro, por e-mail para o Conselho Pedagógico do Instituto de Ciências Sociais da Universidade do Minho (pedagogico@ics.uminho.pt)
ou para a Secretaria do Departamento de Geografia (sec@geografia.uminho.pt).»

segunda-feira, julho 09, 2012

15º Workshop APDR | POLÍTICAS PÚBLICAS | 24 de Outubro de 2012 | Universidade de Évora

«Call for Papers

A relevância, pertinência, coerência e valor acrescentado das políticas públicas são hoje aspectos absolutamente cruciais para as condições de desempenho dos países, das organizações, dos indivíduos, e dos territórios. Desde logo, em função dos contextos regulamentares e de enquadramento que estabelecem, dos mecanismos de incentivo e estímulo em que assentam, dos paradigmas e visão de futuro para que apontam, do nível de sofisticação e inovação que lhe estão associadas, e da intencionalidade estratégica que imprimem e transmitem, numa perspectiva de médio e longo prazo, aos sectores e actividades a que se destinam.
Neste sentido, o presente Workshop procura contribuir para o debate científico e técnico, de natureza multidisciplinar, em torno dos processos de concepção, desenho, avaliação e monitorização de políticas públicas. Dar-se-á também uma particular atenção à problemática da investigação aplicada às políticas públicas.
Procurando contribuir também para que o processo de planeamento das funções e serviços do Estado, da administração pública central e regional, das autarquias, e também das empresas, em Portugal, seja progressivamente mais eficiente, informado e qualificado, e para que os processos de tomada de decisão, e de monitorização dos seus resultados, seja ainda mais assertivo, mais eficaz e consequente.

Subtemas:
·         Inovação, competitividade e conhecimento
·         Reforma administrativa e ordenamento do território
·         Regeneração urbana
·         Emprego, formação e recursos humanos
·         Cooperação e redes
·         Investigação em políticas públicas

As datas relevantes são as seguintes:
§  Até 30 de Julho de 2012 - Recepção de resumos
§  27 de Agosto de 2012 – Comunicação de aceitação dos resumos
§  Até 23 de Setembro de 2012 - Recepção dos artigos
§  15 de Outubro de 2012 – Comunicação da aceitação dos artigos
§  17 de Outubro de 2012 – Inscrição na conferência para inclusão da comunicação no programa do Workshop
§  24 de Outubro de 2012 - Realização do Workshop

Contamos consigo. Faça-nos chegar o seu contributo!
A Comissão Organizadora

Mais informação em: www.apdr.pt»

(reprodução do corpo principal de mensagem que me caiu entretanto na caixa de correio electrónico, proveniente da entidade identificada)

domingo, julho 08, 2012

VIII Jornadas de Geografia e Planeamento - Cidades, Criatividade(s) e Sustentabilidade(s): 2º apelo a comunicações

«VIII Jornadas de Geografia e Planeamento - Cidades, Criatividade(s) e Sustentabilidade(s)
15 e 16 de Novembro
-  Submissão de resumos: Até 16 de Setembro de 2012
·  Aceitação de trabalhos: 24 de Setembro de 2012
Após a aceitação do resumo, o texto completo deverá ser enviado até ao dia 20 de Outubro para o e-mail oficial das Jornadas de Geografia e Planeamento (viiijgp@gmail.com).
Abraço.
Paula Remoaldo»

(reprodução do corpo principal de mensagem que me caiu entretanto na caixa de correio electrónicoi, proveniente da entidade identificada)

sexta-feira, julho 06, 2012

"Apresentação Pública do TECO Planner - Lisboa, 13 de julho de 2012"

«Caro José Cadima, 
 deixo-lhe o convite para a apresentação pública do Teco Planner. Caso não possa assistir, pedimos-lhe que pelo menos o publicite no seu blogue. 
 O projeto TECO Planner, é um projeto de empreendedorismo social na área do Ambiente e Sustentabilidade que nasceu do movimento FAZ – Ideias de Origem Portuguesa (http://ideiasdeorigemportuguesa.org/ideia.php?id=277), e que se propõe resolver o problema de falta de informação que impossibilita um eficaz planeamento de viagens que envolvam mais de uma cidade e/ou operador para os utilizadores de transportes públicos. 
O projeto TECO Planner pretende ainda dotar os operadores de dados estatísticos que lhes permitam adaptar os seus serviços e rotas às reais necessidades de deslocação dos utilizadores. Para esse fim é necessário reunir todas as partes envolvidas para discutir opções para a concretização deste objetivo. 
A equipa por detrás do projeto TECO Planner está por isso a organizar um evento na manhã do próximo dia 13 de julho de 2012 no Auditório 3 da Fundação Calouste Gulbenkian que irá reunir os operadores e reguladores de transportes públicos para a apresentação do projeto e troca de ideias sobre as vantagens e caminhos para a sua concretização. 
 O evento terá como oradores representantes de alguns operadores e reguladores nacionais e outras personalidades ligadas ao sector dos transportes em Portugal, e esperamos poder alargar a discussão à audiência. Gostaríamos, por isso, de o(a) convidar a conhecer em mais detalhe o projeto TECO Planner e a participar na sua concretização. 
O programa do evento encontra-se em anexo juntamente com uma pequena apresentação do projeto. A participação é gratuita mas de inscrição obrigatória até 10 de julho de 2012 para o email: eventos.tecoplanner@gmail.com indicando o seu nome, email e organização a que pertence. 
 Com os melhores cumprimentos. 

 Nuno Gomes Lopes, em nome da equipa TECO Planner»

(reprodução de mensagem que me caiu entretanto na caixa de correio electrónico, proveniente da entidade identificada)

quarta-feira, julho 04, 2012

An idea not coupled with action...

"An idea not coupled with action will never get any bigger than the brain cell it occupied."
Arnold H. Glasow

(citação extraída de SBANC Newsletter, July 3, Issue 723 - 2012, http://www.sbaer.uca.edu)

sexta-feira, junho 29, 2012

"2.º CHAMADA - até dia 15 de Julho de 2012 | 14º Workshop APDR | Empreendedorismo e Desenvolvimento Regional"

«Convite à Submissão de Casos de Estudo

É com satisfação que convidamos a comunidade académica, empresarial, agentes de desenvolvimento local e regional, decisores públicos e instituições públicas a submeter um caso de estudo ao 14º Workshop Empreendedorismo e Desenvolvimento Regional, a realizar na Escola Superior de Ciências Empresariais do Instituto Politécnico de Setúbal no dia 9 de Outubro de 2012 em co-organização com a Associação Portuguesa para o Desenvolvimento Regional (APDR).
Os autores poderão submeter as suas propostas no site da APDR: http://www.apdr.pt/evento_14/, onde encontrarão todas as instruções relacionadas com as regras para a submissão dos casos de estudo, relacionados com o empreendedorismo e considerando o seu impacto no desenvolvimento dos territórios. Uma seleção de estudos de caso, em cada um dos temas, será publicada em livro.
A apresentação das comunicações poderá ser em português, castelhano ou inglês.
Os artigos a submeter deverão enquadrar-se nas grandes temáticas propostas (os tópicos propostos para cada temática são meramente indicativos para enquadrar os trabalhos, não se pretendendo restritivos):
1.     Politicas públicas de promoção do empreendedorismo (Politicas públicas e programas públicos com impacto regional na promoção do empreendedorismo)
2.     Empreendedorismo e inovação social (Projetos e programas inovadores públicos ou privados de empreendedorismo social com impacto regional)
3.     Ensino superior, transferência de conhecimento e criação de empresas (Programas, iniciativas e estimulo à educação para o empreendedorismo e transferência de conhecimento no ensino superior para a região)
4.     Empreendedorismo, inovação e criação de valor regional (Casos de setores/empresas com impacto regional – indústria, serviços, agricultura - enquadráveis por nível de tecnologia, dimensão empresarial, estrutura da indústria, tipo de propriedade)
5.     Empreendedorismo e internacionalização (Casos de internacionalização/Investimento Direto Estrangeiro com impactos regionais)
6.     Outros temas relacionados com o empreendedorismo e desenvolvimento regional considerados relevantes

As datas relevantes são as seguintes:
§  Até 15 de Julho de 2012 - Recepção de resumos – NOVA CHAMADA
§  30 de Julho de 2012 – Comunicação de aceitação dos resumos
§  Até 15 de Setembro de 2012 - Recepção dos artigos
§  28 de Setembro de 2012 – Comunicação da aceitação dos artigos
§  1 de Outubro de 2012 – Inscrição na conferência para inclusão da comunicação no programa do Workshop
§  9 de Outubro de 2012 - Realização do Workshop

Contamos consigo. Faça-nos chegar o seu contributo!
A Comissão Organizadora

Mais informação em: www.apdr.pt»

(reprodução de mensagem que me caiu entretanto na caixa de correio electrónico, proveniente da entidade identificada)

quinta-feira, junho 28, 2012

18th APDR CONGRESS APDR: Proceedings now available!

«Proceedings now available!

18th APDR CONGRESS APDR | INNOVATION AND REGIONAL DYNAMICS | JUNE 14-16, 2012 | UNIVERSITY OF ALGARVE

Download using the link: 

http://www.apdr.pt/congresso/2012/proccedings_atas.html

Best regards,

Elisabete Martins
***************************************************************
Associação Portuguesa para o Desenvolvimento Regional»

(reprodução de mensagem que me caiu entretanto na caixa de correio electrónico, proveniente da entidade identificada)

terça-feira, junho 26, 2012

3º número do ano XII, Chão Urbano

«Como terceiro número do ano XII, Chão Urbano traz artigo sobre parcelamento do solo urbano focado em uma abordagem sistêmica da cidade.
Chão Urbano está disponível no site: http://www.chaourbano.com.br/
     
Boa leitura!!!

Caso se interesse em submeter algum artigo para nossa revista, envie-o para o e-mail:artigoschaourbano@gmail.com para análise do comitê editorial.»

(reprodução de mensagem que me caiu entretanto na caixa de correio electrónico, proveniente da entidade identificada)

segunda-feira, junho 25, 2012

"2º Congresso Internacional - Vinho Verde, Historia, Economia, Sociedade e Património"

Caro (a) Colega
Em Outubro de 2007 a APHVIN/GEHVID-Associação Portuguesa de História da Vinha e do Vinho levou a efeito, o Iº Congresso Internacional - Vinho Verde, Historia, Economia, Sociedade e Património. Tratou-se de um evento que suscitou grande interesse, já que, pela primeira vez se colocou em debate, com fundamentação científica o Vinho Verde numa perspectiva analítica multidisciplinar, colhendo-se então contributos de investigadores nacionais e estrangeiros que trabalham sobre regiões vitivinícolas. As respectivas actas, dão nota da importância e alcance científico desta iniciativa. Cinco anos volvidos, a APHVIN/GEHVID propõe-se realizar em Outubro próximo o Congresso Internacional, subordinado ao mesmo título. Vamos assim ao encontro das expectativas criadas em 2007, relativas à reedição regular deste tipo de encontros que valorizam a Região dos Vinhos Verdes através do seu melhor conhecimento. Procuramos igualmente suscitar o interesse das entidades ligadas aos estudos sobre a Região dos Vinhos Verdes na busca da mais profícua ligação entre os estudos universitários e os agentes institucionais e empresariais do sector. São as seguintes as linhas temáticas definidas pela Comissão Organizadora:
1. Vitivinicultura e evolução tecnológica
2. Patrimónios materiais e imateriais na Região dos Vinhos Verdes
3. História, genealogia e sociedade na Região dos Vinhos Verdes
4. Economia
5. Literatura
6. Arte e estética, fotografia,cinema
7. Projecção do Vinho Verde no mundo

Aguardamos com a brevidade possível (1de Julho) a sua resposta. [...].
                                     A Comissão Organizadora,
António Barros Cardoso  (FLUP, DEHPI, APHVIN/GEHVID)
Célia Taborda (Univ. Lusófona, APHVIN/GEHVID)
Helena Pina  (FLUP, DG, CEGOT)
Sílvia Trilho (APHVID/GEHVID)»

(reprodução parcelar de anexo de mensagem que me caiu entretanto na caixa de correio electrónico, reenviada por Paula Cristina Remoaldo)

domingo, junho 24, 2012

"Quanto irá custar ao município, e ao país, tudo isto"?

Hoje inaugura-se em Guimarães a Plataforma das Artes e da Criatividade (PAC), um objecto arquitetónico que, por si só, e visto de fora, parece simplesmente magnífico e que, por si só, representa um muito interessante e importante investimento na arte contemporânea. Acontece que ... a PAC será um dos mais caros equipamentos municipais de Guimarães, sem que se saiba, com rigor, quanto irá custa o seu funcionamento ao erário público, anunciando-se (oficialmente), um milhão de euros por ano de prejuízo, num estudo mal amanhado que dá todos os sinais que a coisa vai ficar muito, mas muito mais cara.
Acontece que Guimarães já tem o Palácio de Vila Flor (altamente deficitário), um enorme multiusos, piscinas municipais, bibliotecas municipais, arquivo municipal, um complexo de atletismo de grande dimensão e muitos, muitos mais equipamentos municipais. 
E anunciam-se: o Centro Ciência Viva (antiga Fábrica Âncora), um Instituto de Design (antiga Fábrica da Ramada) e um Centro Avançado de Formação Pós-Graduada (antiga Fábrica Freitas & Fernandes), cujo funcionamento, supostamente, será pago em conjunto com a Universidade do Minho, mas onde nada está verdadeiramente claro quanto às responsabilidades financeiras, dadas, desde logo, as enormes dificuldades financeiras da própria Universidade.
Mas a coisa não fica por aqui. Também se anuncia a construção/renovação do Teatro Jordão, do tamanho, em investimento e em funcionamento, do Centro Cultural de Vila Flor, e a cem metros deste; a Casa da Memória (um museu/centro cultural, a cem metros do PAC, de média dimensão), o Laboratório da Paisagem (um centro de estudo da paisagem, de média/pequena dimensão) e, por último, uma residência de artistas. 
A pergunta é simples: quanto irá custar ao município, e ao país, tudo isto, e que consequências terá tudo isto para o orçamento local, isto é, para os habitantes locais, que pagam IMI, taxas e derramas?
À sua escala, e mesmo em escalas maiores, Guimarães ficará dotada do mais importante parque de infraestruturas públicas culturais e tecnológicas do país. Isso é excelente. Falta saber, simples e vulgarmente, se tem dinheiro para pagar isto tudo ou se não está, simples e vulgarmente, a condenar-se à falência e à eliminação de toda a dimensão civil/privada da comunidade local, à custa da falência orçamental, local e nacional. 
Entretanto, evidentemente, a festa continua e os discursos são o máximo.»

(reprodução de mensagem, datada de hoje, disponível na página do Facebook de Francisco Teixeira)

sábado, junho 16, 2012

"É urgente voltar a harmonizar-se a cidade com o campo"

Notícia Café Portugal 
Ambiente - «Em Portugal é urgente voltar a harmonizar-se a cidade com o campo» - Ribeiro Telles
http://www.cafeportugal.net/pages/noticias_artigo.aspx?id=4964

quarta-feira, junho 13, 2012

"Últimas llamadas de resúmenes a la XXXVIII Reunión de Estudios Regionales (Bilbao) - 22/23 noviembre de 2012"

«ÚLTIMAS llamadas a los resúmenes a la XXXVIII Reunión de Estudios Regionales (Bilbao) – 22/23 noviembre de 2012


Como ya sabéis la XXXVIII Reunión de Estudios Regionales se organiza este año por la Asociación del País Vasco y Navarra de Ciencia Regional y por el Departamento de Economía Aplicada V (Universidad del País Vasco), Orkestra-Instituto Vasco de Competitividad y la Deusto Business School, en forma de un International Meeting bajo el lema The Challenge of Regional Development in a world of changing hegemonies: Knowledge, competitiveness and austerity”. Las fechas son del 22 al 23 de noviembre de 2012 y el lugar de celebración, Bilbao.


Os adjuntamos los trípticos anunciadores y podéis encontrar mayor información en http://www.reunionesdeestudiosregionales.org/. Os rogamos hagáis la máxima difusión posible entre vuestros contactos.
Os recordamos, además, que es preciso registrarse on line para gestionar las cuestiones personales (inscripción y comunicación) relativas al Congreso. Este requisito no será necesario si ya fue realizado en Reuniones anteriores.
Ya a una semana de la finalización de la fecha de admisión de resúmenes (20 de junio) os animamos a que subáis vuestros trabajos… ahora sólo unas líneas, sólo el abstract.
Disculpad las molestias que os pueda ocasionar la recepción de este mensaje desde diferentes listas de distribución.


Esperamos tus trabajos!!!

Comité Organizador de la XXXVIII RER»

(reprodução de mensagem que me caiu entretanto na caixa de correio electrónico, proveniente da entidade identificada)

sexta-feira, junho 01, 2012

"Workshop: ´Desenvolvimento Económico Através da Actividade Produtiva para o Mercado Global`"















«A inscrição é gratuita e deverá ser feita através do endereço electrónico ceni@ceni.pt indicando o nome, empresa e contacto.»

(reprodução do corpo principal de mensagem e de imagem que me caíram entretanto na caixa de correio electrónico, provenientes da entidade identificada)

quinta-feira, maio 31, 2012

"Regime jurídico da reorganização administrativa territorial autárquica"

«Diário da República, 1ª série - Nº 105 - 30 de maio de 2012
ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA
Lei nº 22/2012
de 30 de maio
Aprova o regime jurídico da reorganização administrativa territorial autárquica

(cortesia de Nuno Soares da Silva)

sábado, maio 26, 2012

" Llamada de resúmenes a la XXXVIII Reunión de Estudios Regionales (Bilbao)"

«Llamada a los resúmenes a la XXXVIII Reunión de Estudios Regionales (Bilbao) – 22/23 noviembre de 2012


Como ya sabéis la XXXVIII Reunión de Estudios Regionales se organiza este año por la Asociación del País Vasco y Navarra de Ciencia Regional y por el Departamento de Economía Aplicada V (Universidad del País Vasco), Orkestra-Instituto Vasco de Competitividad y la Deusto Business School, en forma de un International Meeting bajo el lema The Challenge of Regional Development in a world of changing hegemonies: Knowledge, competitiveness and austerity”.Las fechas son del 22 al 23 de noviembre de 2012 y el lugar de celebración, Bilbao.

Os adjuntamos los trípticos anunciadores y podéis encontrar mayor información en http://www.reunionesdeestudiosregionales.org/Os rogamos hagáis la máxima difusión posible entre vuestros contactos.
Os recordamos, además, que es preciso registrarse on line para gestionar las cuestiones personales (inscripción y comunicación) relativas al Congreso. Este requisito no será necesario si ya fue realizado en Reuniones anteriores.
Ya a menos de un mes de la finalización de la fecha de admisión de resúmenes (20 de junio) les animamos a que subáis vuestros trabajos… ahora sólo unas líneas, sólo el abstract.
Disculpad las molestias que os pueda ocasionar la recepción de este mensaje desde diferentes listas de distribución.


Esperamos tus trabajos!!!
Comité Organizador de la XXXVIII RER»

(reprodução de mensagem que me caiu entretanto na caixa de correio electrónico, proveniente da entidade identificada)

sexta-feira, maio 18, 2012

"14º Workshop APDR | Empreendedorismo e Desenvolvimento Regional"

«Convite à Submissão de Casos de Estudo

É com satisfação que convidamos a comunidade académica, empresarial, agentes de desenvolvimento local e regional, decisores púbicos e instituições públicas a submeter um caso de estudo ao 14º Workshop Empreendedorismo e Desenvolvimento Regional, a realizar na Escola Superior de Ciências Empresariais do Instituto Politécnico de Setúbal no dia 9 de Outubro de 2012 em co-organização com a Associação Portuguesa para o Desenvolvimento Regional (APDR).
Os autores poderão submeter as suas propostas no site da APDR: http://www.apdr.pt/evento_14/, onde encontrarão todas as instruções relacionadas com as regras para a submissão dos casos de estudo, relacionados com o empreendedorismo e considerando o seu impacto no desenvolvimento dos territórios. Uma seleção de estudos de caso, em cada um dos temas, será publicada em livro.
A apresentação das comunicações poderá ser em português, castelhano ou inglês.
Os artigos a submeter deverão enquadrar-se nas grandes temáticas propostas (os tópicos propostos para cada temática são meramente indicativos para enquadrar os trabalhos, não se pretendendo restritivos):
1.      Politicas públicas de promoção do empreendedorismo (Politicas públicas e programas públicos com impacto regional na promoção do empreendedorismo)
2.      Empreendedorismo e inovação social (Projetos e programas inovadores públicos ou privados de empreendedorismo social com impacto regional)
3.      Ensino superior, transferência de conhecimento e criação de empresas (Programas, iniciativas e estimulo à educação para o empreendedorismo e transferência de conhecimento no ensino superior para a região)
4.      Empreendedorismo, inovação e criação de valor regional (Casos de setores/empresas com impacto regional – indústria, serviços, agricultura - enquadráveis por nível de tecnologia, dimensão empresarial, estrutura da indústria, tipo de propriedade)
5.      Empreendedorismo e internacionalização (Casos de internacionalização/Investimento Direto Estrangeiro com impactos regionais)
  1. Outros temas relacionados com o empreendedorismo e desenvolvimento regional considerados relevantes
As datas relevantes são as seguintes:
§  Até 30 de Junho de 2012 - Recepção de resumos
§  30 de Julho de 2012 – Comunicação de aceitação dos resumos
§  Até 15 de Setembro de 2012 - Recepção dos artigos
§  28 de Setembro de 2012 – Comunicação da aceitação dos artigos
§  1 de Outubro de 2012 – Inscrição na conferência para inclusão da comunicação no programa do Workshop
§  9 de Outubro de 2012 - Realização do Workshop

Contamos consigo. Faça-nos chegar o seu contributo!
A Comissão Organizadora»

(reprodução de mensagem que me caiu entretanto na caixa de correio electrónico, proveniente da entidade identificada)

"A expressão ´capital de…` é um elemento distintivo de qualquer cidade ou território"

Resposta às questões do jornalista Arménio Santos, do Jornal+, quinzenário regional do Vale do Sousa, recebidas em 2012/05/09

[O meu contacto surge devido ao impacto do estudo feito pelo seu aluno de mestrado, Manuel Mendes, sobre as "capitais" do nosso país. Nesse trabalho, estão contemplados Paços de Ferreira, Paredes e Felgueiras, nomeadamente, pelo que teria todo o interesse em abordar algumas questões tendo-o como interlocutor, dado o seu domínio da área da economia e desenvolvimento regional.]


P: O recurso à chancela de "capital" é uma boa estratégia promocional dos municípios para valorizarem aquilo que os distingue? Porquê?
R: A expressão “capital de…” é um elemento distintivo de qualquer cidade ou território, isto é, tem uma conotação positiva no comum dos indivíduos. A essa luz, pode ser capitalizada como instrumento de marketing, É isso que muitos municípios têm vindo a fazer, uns de forma mais consistente e eficaz que outros. A eficácia tem também que ver com os recursos ou capacidades que se pretende relevar e com a forma e a qualidade da mensagem difundida.

P: Qual a melhor forma de conseguir esse desiderato?
R: Do meu ponto de vista, em primeiro lugar, a mensagem a passar deve ter fundamento na realidade local/regional e, se possível, fazer apelo de elementos que, de alguma forma, invoquem um certo imaginário que possa existir associado a esse território ou, alternativamente, ir ao encontro das referências presentes dos indivíduos. Por outro lado, como digo, é preciso saber veicular essa mensagem, o que leva a tê-la como peça de uma estratégia de promoção da imagem de um certo sítio, cidade ou município.

P: No caso da nossa região, Paços de Ferreira adoptou a Capital do Móvel. O que ganhou com isso?
R: Paços de Ferreira é exemplo de uma situação em que se pretendeu consagrar uma imagem claramente enfeudada na dinâmica e na tradição industrial local. A adopção da “marca” territorial foi uma forma de consagrar, trazer para o domínio do simbólico, esse saber-fazer e tradição. Adoptando a designação de Capital do Móvel terá pretendido também inibir outros municípios onde a actividade invocada também tem forte expressão de o fazerem, isto é, reclamarem para si essa designação. Paredes, por exemplo, teria legitimidade, igualmente, para adoptar essa “marca”.

P: Paredes, que até produz mais mobiliário, tentou, através da marca Rota dos Móveis, reposicionar-se. Já foi tarde?
R: Ter iniciativa, ser capaz de jogar na antecipação é um mérito. Paços de Ferreira foi-o, no domínio invocado. Ser capaz de reverter dados iniciais que se configuram negativos é expressão também de inteligência e de competência. Nesse sentido, creio que Paredes foi capaz de dar resposta adequada à dificuldade com que estava confrontada, isto é, capitalizar a imagem de relação com o sector e de vizinhança/complementaridade com Paços de Ferreira. A aposta na Rota dos Móveis é um dos elementos da resposta que encontrou. Outro foi, segundo julgo saber, a adopção da designação de “Capital do Design”, que não só pode ser imediatamente ligada à indústria do mobiliário como transmite a ideia de modernidade e de criatividade.

P: Já defendeu, no seu blogue, que os municípios devem procurar marcas distintivas para atrair visitantes e dinamizar a economia local. Este processo é - ou deveria ser - natural?
R: Durante muito tempo, os teóricos do desenvolvimento regional e local olharam para o desenvolvimento dos territórios como sendo o resultado do aporte externo de recursos e de orientações de política. Hoje tem-se uma leitura radicalmente diferente, da qual sobressaem as ideias de que são os recursos e competências locais, incluindo a capacidade de gerar e tornar efectivas lideranças internas, que estão na origem da maioria dos processos de desenvolvimento. Por isso, quando se fala em aproveitar e capitalizar os atributos locais não é doutra coisa que se está a falar senão da de dar corpo a estas novas visões da construção das políticas de desenvolvimento territorial e do desenvolvimento, de um modo geral. Entretanto, o desenvolvimento é um processo, não é um estádio. Como tal, carece de ser planeado e estimulado, de forma a tirar o melhor partido dos recursos ao dispor das comunidades. A qualidade da liderança faz diferença desse ponto de vista, maior, amiúde, que a dotação inicial de recursos.

P: Manuel Mendes refere, no seu estudo, que há casos como o de Felgueiras e São João da Madeira, que reclamam o "calçado". Como se resolve o problema?
R: Não penso que seja caso para dramatizar situações como a que assinala, se bem que já foram invocados os casos de Paços de Ferreira e de Paredes em que foi possível chegar a uma solução mutuamente satisfatória. Acredito que, da mesma forma, seja possível encontrar uma resposta para Felgueiras e S. João da Madeira que evite duplicação de “marcas”, sem que algum dos municípios tenha que abdicar de construir a sua a partir dos seus atributos identitários. 

P: Não deveria haver um mecanismo que orientasse a apropriação da nomenclatura comercial "Capital" por parte de um município?
R: Tanto quanto sei, aplicam-se a este caso as mesmas regras que às marcas comerciais, no sentido restrito (empresarial) do termo. É também verdade que muitas das designações adoptadas pelos municípios não foram ainda juridicamente formalizadas, pelo que a disputa que possa existir em torno de uma marca tem natureza diferente da que decorreria em sede formal. Essa opção por manter a marca no domínio do uso informal pode ser expressão da menor relevância que é atribuída a esse elemento de marketing da imagem ou de menor consciência da importância dele na valorização dos territórios e dos seus recursos com valia socioeconómica.
Não sou capaz de concluir que haveria vantagem em autonomizar este domínio de consagração formal da marca do que está institucionalmente definido. Em todo o caso, há uma instância que pode funcionar como instância de concertação entre os municípios também neste âmbito. Refiro-me à Associação Nacional de Municípios.


Braga, 13 de Maio de 2012

J. Cadima Ribeiro

terça-feira, maio 15, 2012

"Vinhos & Gastronomia: XIX Enometrics"

«Enometrics XIX
VDQS 19th Annual Conference
COIMBRA & VISEU, Portugal; May 30 to June 02, 2012
É já no próximo dia 30 que terá início o XIX Enometrics, um encontro internacional que reúne investigadores da área da vinha, do vinho e da gastronomia (http://www.vdqs.net/uk/ - ver Coimbra).
Organizado pelas Vineyard Data Quantification Society, European Association of Wine Economist e Society for Quantification in Gastronomy, o encontro realiza-se pela 1ª vez em Portugal, nas cidades de Coimbra (ESAC) e Viseu (Solar do Dão), com visita às regiões do Dão e Douro.
Estão agendadas cerca de 50 comunicações provenientes de vários países europeus, mas também dos Estados Unidos, Chile, Canadá, Austrália e Japão, entre outros.
A organização local negociou um preço especial de 100 Euros para participantes portugueses, incluindo a participação no congresso, eventos sociais e visita de campo.
Não perca esta oportunidade!!!
Inscreva-se directamente no site da VDQS!!!
Difunda esta informação a todos os potenciais interessados!!!»

(reprodução de mensagem que me caiu entretanto na caixa de correio electrónico, proveniente da entidade identificada)

segunda-feira, maio 14, 2012

"8ª edição das Jornadas de Geografia e Planeamento *Cidades, criatividade(s) e sustentabilidade(s)*- ´Call for posters and papers`"

«Exmo(a). Sr(a),
O Departamento de Geografia da Universidade do Minho vai realizar a 8ª edição das Jornadas de Geografia e Planeamento, *Cidades, criatividade(s) e sustentabilidade(s)*, que irá decorrer numa conjuntura nacional difícil em termos económicos e financeiros, cujo impacto também se fará sentir no território, em geral e nas cidades, em particular. Este facto levará à necessidade de abordagens mais sustentadas e mais racionais na gestão urbana, focadas na valorização das cidades enquanto suporte da qualidade de vida das populações, da criatividade, do desenvolvimento económico e da sustentabilidade ambiental.
O programa das VIII  Jornadas de Geografia e Planeamento prevê, além de vários painéis de cariz científico, uma mesa-redonda dedicada a “Guimarães Capital Europeia da Cultura 2012” e um programa social que inclui um conjunto de iniciativas e actividades de âmbito cultural, enquadradas na temática deste evento.
A comissão organizadora tem todo o gosto em contar com a vossa presença e participação nas diferentes actividades previstas nas 8JPG. Recordamos que os interessados poderão *enviar um resumo para poster ou comunicação até ao dia 30 de Junho*.
[...]
Com os melhores cumprimentos.
A comissão organizadora
 António Vieira
 Francisco Costa
 Paula Remoaldo»

(reprodução do corpo principal de mensagem que me caiu na caixa de correio electrónico em 2012/05/11, proveniente de cics@ics.uminho.pt)

terça-feira, maio 08, 2012

Revista DRd - Desenvolvimento Regional em debate

«Caros leitores,

A revista DRd - Desenvolvimento Regional em debate acaba de publicar seu último número, disponível em http://www.periodicos.unc.br/index.php/drd.
Convidamos a navegar no sumário da revista para acessar os artigos e outros itens de seu interesse.

Agradecemos seu interesse e apoio contínuo em nosso trabalho,
Valdir Roque Dallabrida
Universidade do Contestado
Fone 47-91541468
Fax 47-36226696
Professor e pesquisador com atuação no Mestrado em Desenvolvimento
Regional da UnC. Editor-chefe da Revista DRd.

DRd - Desenvolvimento Regional em debate
v. 1, n. 1 (2011)
Sumário
[...]»

(reprodução parcial de mensagem que me caiu entretanto na caixa de correio electrónico, proveniente da entidade identificada)

sábado, maio 05, 2012

Viagem Medieval de Santa Maria da Feira – uma aposta certeira

A Viagem Medieval de Santa Maria da Feira aconteceu pela primeira vez em 1996, na Praça d´Armas do Castelo, recreando acontecimentos e episódios que marcaram a história nacional da idade média, mas rapidamente prosperou e na sua XV edição (2011) ocupava já todo o centro histórico de Santa Maria da Feira.
Este evento é, na minha opinião, o maior evento recreativo da época medieval em Portugal. Não posso dizer que fui a todos, mas ao longo dos últimos dez anos participei nos mais sonantes e não há nenhum que se lhe compare na dimensão, na caracterização, nem mesmo no investimento feito, quer ao nível financeiro, quer no que toca a capital humano. De acordo com o website da autarquia, “este projecto diferencia-se pelo rigor histórico, dimensão (espacial e temporal) e envolvimento da população e o associativismo local”.
Na maior parte dos eventos desta natureza, os artesãos, feirantes e comerciantes, são os mesmos, contudo o espaço dinamizado em Santa Maria da Feira é enorme, podendo albergar uma quantidade de “estabelecimentos” muito maior. De acordo com a organização do evento, que resulta de uma parceria da autarquia com Federação das Coletividade de Cultura e Recreio da Feira, a última edição, em 2011 teve, durante os dez dias da Viagem Medieval, mais de meio milhão de visitantes. É um número surpreendente, se considerarmos que é equivalente a um vigésimo da população nacional.
Contudo a Viagem Medieval, como muitos eventos desta natureza, enfrenta problemas de sustentabilidade, situação que no último ano foi contrariada com a cobrança do valor simbólico de €2 referente a uma pulseira, que era de aquisição obrigatória em determinados horários. Muitos foram os protestos e vários autóctones se insurgiram contra esta medida, criando blogues e intervindo na comunicação social, afirmando que seria um entrave à participação de turistas e que esta acção levaria a um enorme decréscimo nos visitantes.
Ora, Paulo Sérgio Pais, administrador do evento afirmou que era expectável a venda de 200 mil pulseiras e que no final tinham vendido 229 mil, superando assim as expectativas. Atestou ainda que “a entrada paga não teve qualquer efeito no número de visitantes nas áreas temáticas pagas”, bem como o aumento na venda de merchandising, que quase duplicou de 2010 para 2011. No seguimento desta linha de pensamento, foi ainda assegurado que este valor significa que a Viagem Medieval atingiu no ano de 2011 a sua auto-sustentabilidade económica, em que a receita das pulseiras cobriu a parte da Câmara Municipal, retirando assim do orçamento camarário este encargo.
Julgo que esta medida prova duas coisas: a primeira, é que num ano de crise económica, Santa Maria da Feira soube aproveitar as suas qualidades organizacionais e não foram os €2 cobrados pela pulseira, que afastaram os interessados em integrar esta iniciativa; em segundo lugar, acredito que o valor cobrado, que é claramente simbólico, não é selectivo de público, tornando acessível a todos a vivência de um imaginário que nos transporta para os tempos áureos da grande nação que é Portugal.
Não obstante a continuação da realização desta Viagem Medieval e de tantas outras iniciativas do género, que acontecem um pouco por tudo país, na tentativa de afirmar o rico património histórico e cultural das mais diversas localidades, creio que urge repensar a realização de tantos eventos medievais por esse país fora, visto que se torna uma pouco exaustiva a aposta nesta temática.
Como um óptimo exemplo disso, ressalvo exactamente o concelho da Vila de Santa Maria da Feira, que diversificou nestes últimos 10 anos a sua oferta cultural, criando diversos eventos ao longo do ano, que tornam sustentável o turismo local. Destaco assim, a “Festa das Fogaceiras”, os “Encontros com a música” e o “Imaginarius – Festival Internacional de Teatro de Rua”. Este último decorre já no próximo mês de Maio e tal como a Viagem Medieval é uma aposta ganha da autarquia, que traz ao concelho milhares de turistas durante a sua realização.

Jorge Carneiro Leão


(artigo de opinião produzido no âmbito da unidade curricular "Economia e Política Regional" do Mestrado em Geografia, do ICS/UMinho)

sexta-feira, maio 04, 2012

Investimento direto estrangeiro: será que vale sempre a pena? O caso do investimento da Pescanova, no concelho de Mira, Distrito de Coimbra, em 2007

Este artigo versa uma chamada de atenção para o investimento estrangeiro, com comparticipações elevadas do estado diretas e indiretas e a preservação da natureza.
Foi criada a maior unidade mundial de aquicultura de produção de rodovalho, na zona Sul da Praia de Mira, a 500 metros da costa, em plena Rede Natura 2000, no concelho de Mira, Distrito de Coimbra. A Acuinova filial do grupo Espanhol Pescanova investiu 140 milhões de euros nesta unidade de produção, foi reconhecida como PIN – Potencial Interesse Nacional. O contributo do estado português acordado é de sensivelmente 45 milhões de euros e 42 hectares de terreno, existindo o compromisso de criação de 200 postos de trabalho por parte da Pescanova. A fábrica foi inaugurada em 21 de Junho de 2009. Mais de dois anos após o início de laboração ainda só tinham empregado 106 pessoas, o que não correspondia à perspetiva inicial.
Situações como esta, com elevado investimento financeiro por parte do estado tendo como contrapartida 200 postos de trabalho, na melhor das hipóteses e fazendo as contas por alto, os 45 milhões de euros, multiplicando 200 postos de trabalho por 14 meses e posteriormente multiplicar por 10, o equivalente a 10 anos de atividade equivalia a 28.000 salários. Dividindo por 45 milhões de euros por 28.000 salários o resultado é de 1607 euros por mês para cada funcionário, por isso eles vieram para Portugal, que bom negócio para eles, dez anos de ordenados pagos e 42 hectares de terreno.
No decreto-Lei n.º 174/2008 de 26 de Agosto, no artigo 1, terceiro ponto é reconhecido como sendo PIN – Potencial Interesse Nacional, projetos que representem um investimento global superior a 25 milhões de euros, assim como é referido no mesmo artigo, ponto dois, alínea VI) Balanço económico externo, nomeadamente no aumento de exportações ou na redução de importações. Estes dois argumentos convergem para que o investimento da Pescanova seja um PIN por ter um investimento muito superior a 25 milhões de euros e a empresa espera produzir 7000 toneladas de rodovalho por ano sendo 99% para exportação. Em relação à exportação, é muito interessante porque toda a produção para exportação é vendida à mesma empresa, que pertence ao grupo Pescanova, e está instalada em Espanha. Só depois vende para o resto da Europa e mundo. Possivelmente o que acontece é venderem a um preço pouco superior ao de custo, à empresa do grupo e as mais-valias para a Acuinova serem muito baixas. No mesmo decreto-Lei no ponto “8 – Sustentabilidade ambiental, alinea a) Compatibilidade com os valores naturais presentes, designadamente com as áreas protegidas e com a Rede Natura 2000…”.  
O Sitio de Interesse Comunitário da Rede Natura 2000 das Dunas de Mira, Gândara e Gafanhas têm a área de 20 511 ha distribuídos pelo Concelhos de Cantanhede 13%, Figueira da Foz 18%, Mira 51% e Vagos 12%. O Concelho de Mira com 6340 ha. No respetivo Plano Setorial estão referenciadas como fatores de ameaça, a ‘pressão turística, construção de campos de golfe, eutrofização do sistema lagunar, invasão por espécies infestantes, drenagens agrícolas e captações de água, incêndios, extração de inertes, efeitos das obras de proteção costeira (esporões), prática de desportos motorizados e pisoteio das dunas. As orientações de gestão referidas no mesmo documento são a salvaguarda da faixa litoral, destacando-se os habitats dunares e a flora associada, área dunar esta que foi ocupada por 42 hectares da Empresa Acuinova.
A Pescanova antes tinha tentado instalar este projeto na Costa da Muerte, na Galiza, mas foi chumbado pelas autoridades regionais, que invocaram questões ambientais.
Existe uma opinião cada vez mais unanime de que o Decreto-Lei n.º 76/2011 de 20 de Junho, que vêm substituir o Decreto-Lei n.º 174/2008 de 26 de Agosto, vem facilitar a subversão dos valores naturais em relação aos interesses económicos e baixa nitidamente o patamar de exigência para ser considerado PIN – baixando por exemplo o investimento de 25 milhões de euros para 10 milhões.
O investimento direto estrangeiro é de grande importância para a economia portuguesa, mas não pode ser visto como a única solução para o desenvolvimento económico de Portugal e para resolver os problemas estruturais da economia. Na minha opinião quando o investimento tem apoios do estado diretos ou indiretos através de exceção de impostos devem ser tomadas precauções, para quando deixar de interessar à empresa manter-se em Portugal, se deslocalizar sem pagar indeminizações correspondentes ao investimento inicial do estado. Não devemos esquecer o caso de muitas empresas ligadas por exemplo ao calçado e ao vestuário que se deslocalizaram para outros países com mão-de-obra mais barata, criando elevados índices de desemprego nas áreas onde estavam instaladas, criando uma forte retração no desenvolvimento desses locais.

Paulo Azevedo

Bibliografia
Sites:
Legislação:
Decreto-Lei n.º 174/2008 de 26 de Agosto
Decreto-Lei n.º 76/2011 de 20 de Junho                    

(artigo de opinião produzido no âmbito da unidade curricular "Economia e Política Regional" do Mestrado em Geografia, do ICS/UMinho)