quinta-feira, maio 13, 2010

REDES: publicação de nova edição

«Caros leitores,
A Revista Redes acaba de publicar seu último número em
http://online.unisc.br/seer/index.php/redes. Convidamos todos a navegar no sumário da revista para acessar os artigos e itens de interesse.
Agradecemos seu interesse em nosso trabalho,
Prof. Dr. Marcos Artêmio Fischborn Ferreira
Editor Chefe
Grasiela da Conceição
Editora Assistente
Redes
Vol. 15, No 1 (2010)
Sumário
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(reprodução parcial de mensagem que me caiu entretanto na caixa de correio eletrónico, com a origem identificada)

terça-feira, maio 11, 2010

"DESENVOLVIMENTO REGIONAL: Por que algumas regiões se desenvolvem e outras não?"

«AMIGOS E COLEGAS
Comunico que acaba de ser editado pela Editora EDUNISC, da Universidade de Santa Cruz do Sul, meu novo livro: DESENVOLVIMENTO REGIONAL: Por que algumas regiões se desenvolvem e outras não?
Trata-se de uma obra que sintetiza nas suas 212 páginas, as principais correntes teóricas sobre desenvolvimento, desde os autores clássicos até os contemporâneos.
Informações: Telefone: (51) 3715-9202.
Abraços
Prof. Dr. Valdir Roque Dallabrida
Geógrafo Econômico, Doutor em Desenvolvimento Regional
Professor do Mestrado em Desenvolvimento Regional-UnC-Canoinhas-SC»
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(reprodução integral de mensagem que me caiu entretanto na caixa de correio electrónico, com a proveniência identificada)

segunda-feira, maio 10, 2010

Portal do Ordenamento do Território e do Urbanismo

«Exmo(a). Senhor(a)
O Portal do Ordenamento do Território e do Urbanismo
(http://www.territorioportugal.pt/), criado em Janeiro de 2008 para apoiar a política de divulgação e comunicação da DGOTDU, foi concebido com uma dupla finalidade:
Enquadrar a nova página institucional da DGOTDU na Web, o acesso público ao SNIT e a futura página institucional do Observatório do Ordenamento do Território e do Urbanismo;
Abrir um espaço de divulgação e debate, para utilização pela comunidade técnica e científica e por todos os interessados nestes temas.
Para concretizar melhor esta segunda finalidade, a DGOTDU preparou recentemente um interface que facilita o envio de notícias para publicação no Portal. Convidamo-lo a usá-lo, para divulgar novas publicações, seminários, conferências nacionais e internacionais, cursos, exposições ou outros eventos directamente relacionados com a temática do ordenamento doterritório e o desenvolvimento urbano. Consulte as instruções de utilização aqui.
Aproveito esta oportunidade para informar de que a DGOTDU concretizou recentemente um outro objectivo da sua política de divulgação técnica: a disponibilização da versão integral das suas publicações para leitura na Web. Encontram-se já disponíveis as publicações mais recentes. Estamos certos de que é uma boa notícia, em particular, para os alunos e docentes das nossas universidades.
Estamos a trabalhar para disponibilizar novas funcionalidades no Portal. Se tiver alguma sugestão que nos ajude a melhorar o seu desempenho como espaço de divulgação e discussão destas matérias não hesite em nos contactar (ddc@dgotdu.pt).
Maio de 2010
O Director-Geral
Vitor Campos»
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(reprodução de mensagem de correio electrónico entretanto recebida; cortesia de Paula Cristina Remoaldo)

EURORURAL 10 Conference

«Dear colleagues,
Enclosed you will find the 2nd circular of the EURORURAL ´10 conference. If you are interested in participation, complete please the registration form on
which will generate also your conference fee according to the services asked.
The definitive programme will be distributed at the beginning of the conference according to the actual participation. Let me ask you to send the registration till May 31, 2010 if possible.
Later registration will be also accepted but it is possible that some services (time for presentations, excursion, accommodation) will be limited.
Looking forward to meet you in Brno,
Antonin Vaishar»
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(reprodução do corpo principal de mensagem de correio electrónico que me chegou entretanto; cortesia de Paula Cristina Remoaldo)

sábado, maio 08, 2010

International Meeting on Regional Science (Badajoz-Elvas, 2010)

«International Meeting on Regional Science

7.º Workshop - APDR
XXXVI Reunión de Estudios Regionales - AECR
Badajoz - Elvas
17th to 19th november 2010

A Associação Portuguesa para o Desenvolvimento Regional (APDR) e a Associação Espanhola de Ciência Regional (AECR) acordaram conjugar a realização do 7.º Workshop da APDR com a 36.ª Reunião de Estudos Regionais da Associação Espanhola.

O tema deste International Meeting on Regional Science é “THE FUTURE OF THE COHESION POLICY”.

O Meeting iniciar-se-á na quarta-feira, 17 de Novembro, em Elvas, com um workshop cujo tema será “Frontiers and Regional Development”. O congresso continuará na quinta e sexta-feira, 18 e 19 de Novembro, em Badajoz (Espanha).

Para mais informações: http://www.reunionesdeestudiosregionales.org/index.php

Com os melhores cumprimentos,

Elisabete Martins
Secretariado da APDR»
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(reprodução de mensagem que me caiu entretanto na caixa de correio electrónico, proveniente de Associação Portuguesa para o Desenvolvimento Regional - apdr@mail.telepac.pt

sexta-feira, maio 07, 2010

Seminário: "Landscape Monitoring in peri-urban areas: how to deal with it ?"

«Seminar & Short-course
Landscape Monitoring in peri-urban areas:how to deal with it ?
24-26 May 2010
Faculdade de Ciências Sociais e Humanas Universidade Nova de Lisboa
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(reprodução de mensagem que me caiu enttetanto na caixa de correio electrónico, reencaminhada por APDR - apdr@mail.telepac.pt)

“O diferencial de cada local é que determinará o tipo de desenvolvimento que terá”

“Tratado a partir da concepção da contradição do próprio sistema capitalista, que nega suas regras, o desenvolvimento configura-se como movimento, como processo, percebido de forma diferenciada para cada localidade, para cada região.
Pensar o desenvolvimento regional, considerando aspectos econômicos (competitividade), sociais (sustentabilidade), mediados pela condição político-ético-ideológica (flexibilidade), é considerar o local e o global na condição dialética de ser, respeitando o passado e tendo as perspectivas futuras de cada região. Para tanto, o diferencial de cada local é que determinará o tipo de desenvolvimento que terá.”

Valdir Roque Dallabrida
Cíntia Agostini

(excerto do artigo “Desenvolvimento Local e Regional em Questão: uma Compreensão a Partir do Enfoque de uma ´Economia Política Neogramsciana` do Desenvolvimento Contemporâneo”, Revista DESENVOLVIMENTO EM QUESTÃO, ano 7 , n. 14, Jul./Dez., 2009, p. 9-41)

quinta-feira, maio 06, 2010

IEB: Application Doctoral Scholarship

«Dear Colleague,
The Barcelona Institute of Economics (IEB) offers 2 PhD Scholarships for 4 years, starting in September 2010. The yearly amount of the stipend is around 15.000 €.
We look for students who graduated after 2006 and who aim at enrolling at the PhD program in Economics at University of Barcelona. We prefer candidates holding a Master in Economics (or a DEA, for Spain) by the summer of 2010.
The successful candidates will develop their research under the supervision of IEB researchers belonging to the Research Programs “Fiscal Federalism” (Heads: Prof. Albert Solé-Ollé & Prof. Núria Bosch-Roca) and “Cities and Innovation” (Heads: Prof. Elisabet Viladecans and José García). We expect candidates to have interest in the research topics covered by these programs: Fiscal Federalism, Political Economy, Economics of Taxation and Public Economics, in the first program, and Urban Economics and Economics of Innovation, in the second one.
The IEB provides an excellent research-oriented environment, as it regularly organizes research events such as seminars, workshops and summer schools. The candidate will be encouraged to actively participate in all these events.
Applications should be submitted to ieb.calls@ub.edu before May 30th (at the latest) indicating, in the title of the message, ‘Application to Doctoral Scholarship’. You will be informed of the committee's decision by the end of the second week of June.
Full details of the application are provided in the attached document. For further information, please visit http://www.ieb.ub.edu/ or send an e-mail to ieb.calls@ub.edu.
Feel free to distribute this information among those colleagues you think might be interested.Best regards, Albert Solé-Ollé
Núria Bosch-Roca
Elisabet Viladecans
José García»

(reprodução de mensagem que me caiu entretanto na caixa de correio electrónico, com a proveniência que se identifica)

segunda-feira, maio 03, 2010

Novas edições da Revista Chão Urbano

«Estamos lançando os dois primeiros números de Chão Urbano Ano X! São já então dez anos desta nossa publicação voltada para o debate e divulgação de estudos no campo da pesquisa do planejamento do território em suas várias escalas e diferentes dimensões de sua problemática: infra-estrutura ligada a habitabilidade; a circulação; transportes e mobilidade; governança; modelos, planos e projetos urbano-metropolitanos entre outros assuntos.
Em breve a revista irá apresentar-se sob novo formato e estará sendo indexada.
Renovamos, ao completar 10 anos, nosso compromisso acadêmico-científico de editar uma publicação aberta a todos aqueles que se dedicam a pesquisa e debate sobre o território.
Acesse: http://chaourbano.blogspot.com/»
*
(reprodução integral de mensagem que me caiu entretanto na caixa de correio electrónico)

Seminário "METRÓPOLES EM DISCUSSÃO: práticas e investigação"

«Cara(o)s membros da Geografia.pt,
O primeiro Seminário “METRÓPOLES EM DISCUSSÃO: práticas e investigação” realiza-se a 19, 20 e 21 de Maio na Faculdade de Arquitectura da Universidade Técnica de Lisboa.
[...].
Os meus agradecimentos com saudações geográficas
José António Tenedório»
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(reprodução parcial de mensagem de correio electrónico entretanto recebida; cortesia de Paula Cristina Remoaldo)

domingo, maio 02, 2010

quarta-feira, abril 28, 2010

Estratégias inteligentes para incrementar a economia nos centros urbanos

«Cada vez mais somos confrontados quotidianamente com métodos estratégicos que nos permitem comprar um livro, um relógio ou um automóvel sem sairmos da cadeira. O mercado virtual é uma estratégia engenhosa que é útil e até mesmo essencial, nomeadamente na área da investigação científica. Contudo, não podemos descurar a importância de incrementar de forma prospectiva métodos de dinamização dos centros urbanos e rurais, de forma a que comprar um livro numa loja e ler esse livro num jardim nunca se perca, dada a nossa origem social. O marketing move multidões e é uma ferramenta poderosa em todas as áreas passíveis de serem publicitadas, e estratégias inteligentes devem ser utilizadas para incrementar a economia nos centros urbanos, que são espaços cada vez mais esmagados pelos gigantes dos centros comerciais ou mesmo pela "rede global".»

(chamada à página de rosto de comentário produzido por Sandra aprpósito da mensagem "AS DINÂMICAS POPULACIONAIS E ECONÓMICAS NOS ESPAÇO...")

segunda-feira, abril 26, 2010

A diversidade regional Brasileira e as potencialidades e dificuldades ao desenvolvimento regional

Diversidade é um conceito muito utilizado quando se abordar um ou outro aspecto da realidade brasileira. Trata-se de uma associação sustentada pela geografia que o país apresenta, sua enorme extensão territorial, sua riqueza natural, sua forte miscigenação racial, entre outros.
Diante de uma contexto socioeconómico contraditório, ou seja, em meio diferentes fontes de recursos naturais, assim como, seu pioneirismo em tecnologias ligadas ao petróleo, sua grande produtividade agrícola, é ainda observado no país uma desigualdade socioeconómica que imputa a algumas regiões um índice de desenvolvimento humano baixo, com raros arranjos produtivos locais, em detrimento de regiões com uma densa aglomeração de produção.
Bacellar (2008), aponta como um dos empecilhos ao desenvolvimento brasileiro é a desigualdade, sendo tanto social quanto regional. Tal situação advém da herança histórica do país, em que as primeiras estratégias produtivas privelegiaram zonas especificas do território brasileiro, iniciando com a franja litorrânea e posteriormente zonas interiores concentradas em modelos económicos voltados para o mercado externo.
No século XX, foi denotado no Brasil um crescimento vertiginoso, no entanto, tal crescimento foi sustentado por um forte incremento da concentração de renda e criando assim uma aguda desigualdade socioespacial. Tal contexto imputou a algumas regiões como Norte e Nordeste uma estagnação económica, já a região Centro Sul, em especial São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais, concentraram grande parte dos investimentos e consequentemente na absorção de grande parte do PIB brasileiro.

Brasil: População ; Produção
Norte - 8% ; 4%
Nordeste - 28% ; 14%
Centro Oeste - 7% ; 7%
Sudeste - 15% ; 17%
Sul - 42% ; 58%
Fonte: IBGE, 2000

Diante dos problemas apresentados, podemos apontar algumas potencialidades a serem utilizadas na sistematização de um desenvolvimento harmónico para o Brasil. O primeiro momento há de se vangloriar a diversidade regional que o Brasil apresenta. Tal situação pré-dispõe as regiões a elencarem dentro da sua respectiva realidade as melhores potencialidades a serem desenvolvidas em prol da estruturação de um arranjo produtivo local.
Algumas medidas vêm sendo desenvolvidas para a promoção do desenvolvimento de regiões que no século passado foram poucas susceptíveis aos investimentos. Existe a coordenação do Estado em gerir melhor a distribuição dos recursos financeiros destinados a promoção do desenvolvimento regional.
Além da riqueza natural, há de se valorizar também a diversidade sociocultural que o país dispõe. Esta herança, tal como apontava o grande Antropólogo Darcy Ribeiro, que a mistura de matrizes raciais de origem Européia, Africana e Indígena, caracterizando assim um potencial a ser explorado, por meio das políticas de desenvolvimento educacional.
Alguns limites são necessários para que possa ser efectivo e eficaz o desenvolvimento regional do Brasil. A primeira diz respeito a dimensão continental que o país apresenta, que é apontada como um obstáculo a organização de associações de iniciativas e políticas de desenvolvimentos locais.
Outro factor de destaque é a reduzida capacidade de intervenção financeira que o Estado especificadamente no âmbito dos governos locais. Recaindo assim sobre a União a responsabilidade de intervir financeiramente na promoção de políticas de desenvolvimento regional.
A incapacidade de integração dos pequenos municípios nas associações e organizações de classes voltadas para a promoção de desenvolvimento regional. Sintetizado pela precariedade em recursos materiais e a acessibilidade de mecanismos aos governos locais, facto que ocorre em grande parte dos municípios brasileiros. Além disso, é denotado um forte conservadorismo por parte de actores locais em empreenderem novas formas de gestão pública.
Em meio a limites e potencialidades, muito a de se fazer para que o Brasil possa empreender uma diminuição das disparidades socioespaciais e ao mesmo tempo empreender um desenvolvimento socioeconómico de âmbito nacional, resultado da exploração das potencialidades regionais.

Dirley dos Santos Vaz

(artigo de opinião elaborado no âmbito da u.c. Economia Política e Regional do Mestrado em Geografia, do ICS/UMinho)

sexta-feira, abril 23, 2010

Workshop: Transportes Urbanos e Mobilidade Sustentável (2)

28 de Abril de 2010
Anfiteatro de Engenharia, Escola de Engenharia – Campus de Gualtar, U. do Minho, Braga

...Programa
14:00 Recepção e registo
14:15 Sessão de Abertura
Painel 1 –Planeamento das Acessibilidades
Moderador: Rui Ramos, E.E.-U.M.
14:30 Ciudad, movilidad sustenible e accessibilidad a los transportes urbanos
Javier Gutierrez Puebla, U.C.M.
15:00 Planeamento das acessibilidades e gestão da mobilidade urbana
João Figueira de Sousa, F.C.S.H.-U.N.L.
15:30 O Pacote Mobilidade para a integração – Território, Acessibilidade, Transportes e Mobilidade no planeamento e acção
Isabel Seabra, I.M.T.T.
16:00 Pausa para café
Painel 2 –Perspectivas para as cidades de média dimensão
Moderador: J. Cadima Ribeiro, E.E.G.-U.M.
16:15 Acessibilidade aos Transportes Urbanos – o contributo dos S.I.G.
Vitor Ribeiro, U.M.
16:30 O Papel da Alta Velocidade em Braga para o sistema de transportes sub-regional
António Perez Babo, F.E.U.P.
16:50 Abordagem histórica e estratégica dos T.U.B. – Passado, Presente e Perspectivas de Futuro
Vitor Sousa (Vice-Presidente da C.M.B.)
17:05 Espaço de debate

Público-alvo: Técnicos e autarcas com responsabilidade na gestão da mobilidade, Associações, Operadores de transportes, Instituições de ensino, Investigadores.
Organização:
Paula Remoaldo, Vítor Ribeiro.
Departamento de Geografia, I.C.S., U.M.
N.I.G.P.
C.I.C.S.

Participação gratuita, inscrição obrigatória.

Organização:
Paula Remoaldo (cris.remoaldo@gmail.com), Vítor Ribeiro (vitor.geografia@gmail.com).

quinta-feira, abril 22, 2010

Em memória de Dinizar Becker, um académico, um amigo e um lutador

1. Não sei a data certa em que trocámos as primeiras mensagens postais; não tenho rigorosamente presente em que anos esteve em Braga em fugazes visitas de trabalho, no quadro de um projecto de pós-doutoramento; sei que morreu em Junho de 2003, aos 56 anos de idade, “na plenitude da sua maturidade intelectual”, como escreveram os amigos que lhe organizaram um livro de homenagem póstuma, reunindo o essencial da sua obra escrita, “acabado” de vir a público, e que um amigo comum teve a gentileza de me fazer chegar há poucos dias. Falo de Dinizar Becker, um homem “de tantas faces, polemista por natureza e ofício, indignado, produtivo e combativo … neste momento de agudização de uma crise mundial, que provoca perplexidades sem respostas, sobre a qual Dinizar teria muito a dizer” [Desenvolvimento Contemporâneo e seus (Des)caminhos: a contribuição da obra de Dinizar Becker, Agostini, Bandeira e Dallabrida (Org.), UNIVATES, 2009, Lajeado, Brasil, p.25]. Em boa hora o fizeram. Estou-lhes grato pela homenagem que por essa via lhe prestaram em nome dos muitos amigos que teve em vida, entre os quais julgo poder incluir-me.
2. Aparte a vivência universitária e a ideia de uma pesquisa orientada para temáticas técnico-científicas socialmente pertinentes que nos ligava, encontrei em Dinizar Becker uma grande comunhão de paradigma de pensamento teórico-conceptual. O título escolhido para o livro que o homenageia dá disso indício mas tal aparece substanciado em muitas peças que integram a obra. Disso são exemplo algumas passagens do capítulo 4, que aparece sob o título “A insustentabilidade do discurso do desenvolvimento sustentável”, a começar por aquela em que reafirma que o “desenvolvimento humano” tem sede natural de manifestação “lá onde vivem as pessoas, isto é, localmente” (p. 326) ou quando diz que “O desenvolvimento sustentável deve ser compreendido como as múltiplas alternativas que cada localidade, região ou nação têm, pelas suas diferenças culturais, ambientais e valores (éticos e morais), de construir sua inserção no processo geral de desenvolvimento” (p.326). Mesmo se, desencantadamente, conclua que essa seja, “para o momento, a utopia possível”.
3. Esses fragmentos de pensamento conduzem-me à génese da minha própria reflexão sobre a matéria, quer dizer, aos momentos da minha passagem enquanto estudante de licenciatura pela universidade e, daí, aos ensinamentos que me foram transmitidos por um outro académico que retive como referência de postura académica e de pensamento científico, a saber, António Simões Lopes. A Simões Lopes ouvi enunciar de variadas formas e multiplicadas vezes que “o desenvolvimento se traduz em última análise em quadros de vida” (Desenvolvimento Regional: problemática, teoria, modelos, Fundação Calouste Gulbenkian, 1979, Lisboa, p.18), “que o desenvolvimento tem que ver com pessoas e estas localizam-se”, que, pensando em disponibilidade de bens e serviços básicos e de acesso (não apenas físico) das pessoas a esses bens e serviços, “as questões da localização são verdadeiramente importantes”. À distância de 30 anos e dos milhares de Quilómetros que separam os Continentes Europeu e Sul-Americano, as problemáticas e os desafios do desenvolvimento constatados por um e por outro acabaram por revelar-se insuspeitamente próximos.
4. Irónico mesmo é o sublinhado que Dinizar Becker faz do desencanto social que se havia instalado em certos sectores sociais e certos agentes. Diz: “essa intensificação do processo de modernização instalou pessimismo e um sentimento de passividade e desesperança em muitos de nós nos anos recentes como se fosse um desencantamento radical com a modernidade” (p. 314). Citando B. S. Santos, vai mesmo mais longe, proclamando que “Perdemos a fé na eternidade, no determinismo, no mecanicismo, na reversibilidade na ordem […] Perdemos, inclusive, a crença no rigor científico” (p. 315). Hoje, mais do que nunca, “tudo que é sólido se desmancha no ar”, conclui, seguindo M. Berman. O irónico de tudo isto é que estas palavras, este pensamento são enunciados quando nem se sonhava com a derrocada do sistema financeiro e a crise económica que os últimos anos da década que agora se conclui viriam trazer e, com ela, a derrocada de uma certa ciência económica “cuja matematização e formalização são cada vez mais rigorosas e sofisticadas” (p.315), no mesmo passo em que vão ganhando distância em relação à complexidade do real e abstracção face ao contexto (social, cultural, político) que é suposto interpretarem.
5. Da comunhão de pensamento que antes invoco me vem, por exemplo, uma das ideias-chave de um recente artigo de opinião que produzi, a pretexto do PEC (Programa de Estabilidade e Crescimento) nacional, onde deixava dito que “projectos mobilizadores se suportam em ideias e agentes mobilizadores”, e que “contractos sociais (de desenvolvimento) se celebram com os actores sociais e não com membros de outras confrarias”. Obviamente, aceitando com essa afirmação permanecer fora do circulo de economistas que entendem que os desequilíbrios estruturais do país se resolvem com manipulações de impostos, congelamento de salários e cortes nos apoios sociais.
6. Não há ninguém insubstituível neste mundo. Dinizar Becker também não o era. Que deixou muita saudade entre muitos seus colegas, alunos e amigos, isso é uma incontornável certeza.

J. Cadima Ribeiro

(artigo de opinião publicado na edição de 2010/04/22 do Jornal de Leiria)

sexta-feira, abril 16, 2010

XXXVI Reunión de Estudios Regionales - AECR

XXXVI Reunión de Estudios Regionales - AECR
THE FUTURE OF THE COHESION POLICY
Badajoz - Elvas
17 - 19 noviembre de 2010

ENVÍO DE COMUNICACIONES
Resúmenes, hasta el 25 de junio de 2010
Texto completo, hasta el 10 de septiembre de 2010
Aceptación definitiva, hasta el 8 de octubre de 2010
PLAZOS DE INSCRIPCIÓN
Período ordinario, hasta el 22 de octubre de 2010
Periodo extraordinario, hasta el 19 de noviembre de 2010
PÁGINA WEB
http://www.reunionesdeestudiosregionales.org/
LUGAR DE CELEBRACIÓN
Elvas (Portugal):
Escola Superior Agraria (Quartel do Trem)
Av/ 14 de Janeiro, s/n
7350-903 Elvas (Portugal)
Badajoz (España):
Facultad de Ciencias Económicas y Empresariales
(Universidad de Extremadura)
Av/ de Elvas, s/n
06006 Badajoz (España)

SECRETARÍA TÉCNICA
Conxita Rodríguez i Izquierdo
Secretaria AECR
C/ Córcega, 270 3 º 6 ª
08008 Barcelona
Teléfono y Fax: +34 93 310 11 12
E-mail: rer@aecr.org
*

Algures, no Minho: um parque de estacionamento singular


[Foto da autoria de C.P.]

quinta-feira, abril 15, 2010

"Quadrilátero Urbano": Notícia LUSA

Notícia CM
Municípios: Associação de Braga, Guimarães, Barcelos e Famalicão deve evoluir para área metropolitana do país
http://www.correiodominho.com/noticias.php?id=26552
*

Seminário: "O papel das autarquias locais no desenvolvimento turístico dos territórios"

«"No próximo dia 21 de Abril, pelas 17h00, irá decorrer o seminário O papel das autarquias locais no desenvolvimento turístico dos territórios, no Auditório 1 da Escola Superior de Gestão, no âmbito do curso de Gestão de Actividades Turísticas (segue, em anexo, cartaz do seminário).
As autarquias locais podem desempenhar um papel crucial no desenvolvimento turístico do território em que estão inseridas, na medida do seu empenho na organização e coordenação para o funcionamento do sector, da importância que atribua à actividade turística nas suas estratégias de desenvolvimento, no impulso a novos projectos e iniciativas, nos incentivos e limitações que estabeleça, entre outros aspectos. As experiências vividas a este nível por quatro autarquias portuguesas serão abordadas neste seminário.
O seminário é de entrada livre mas implica inscrição prévia, até 19 de Abril, na Recepção da ESG ou por e-mail para ffonte@ipca.pt, para efeitos de obtenção do respectivo certificado de participação."
Com os melhores cumprimentos,
Laurentina Vareiro»

(reprodução de mensagem de correio electrónico entretanto recebida, com a proveniência identificada)

quarta-feira, abril 14, 2010

25th International Cartographic Conference - Call for Papers

«The 25th International Cartographic Conference
The World reference Conference in Cartography and Geomatics, will be held in Paris, France, from 3rd to 8th July 2011, on the theme:
Enlightened view on Cartography and GIS.
A wide range of conferences, from state of the art lectures to basic practical conferences, and various exhibitions will gather researchers, teachers, students, decision-makers, engineers, technicians as well as map lovers for a whole week.
[...]
Learn more on the Conference on http://www.icc2011.fr/
[...]
The submission system is now open.
Papers have to be submitted before 4th October 2010.»

(reprodução parcial de mensagem de correio electrónico entretanto recebida; cortesia de Paula Remoaldo)

sábado, abril 10, 2010

Braga: “Capital Europeia da Juventude” em 2012

«O Município de Braga informa que a cidade de Braga foi a escolhida para “Capital Europeia da Juventude” em 2012, decisão tomada quinta-feira (8 de Abril), em Bruxelas, pelo júri que apreciou as três propostas ainda em apreço.
De acordo com o Forum Europeu da Juventude, que acaba de comunicar formalmente esta deliberação à Câmara Municipal de Braga, a declaração oficial será feita em cerimónia pública a realizar a 24 de Abril, em Bruxelas.
O Município de Braga não pode evitar uma expressão pública de regozijo por ver contemplados os seus objectivos neste contexto e por ver reconhecido o trabalho para o efeito desenvolvido, designadamente na preparação de uma candidatura suficientemente expressiva da capacidade organizativa de tão importante evento.»

(reprodução parcial de mensagem que me caiu entretanto na caixa de correio electrónico, proveniente de CMBraga - Comunicação - canal.informativo@cm-braga.info)

quinta-feira, abril 08, 2010

terça-feira, abril 06, 2010

sábado, abril 03, 2010

"Desenvolvimento local numa era de Globalização"




«O Núcleo Paulo Freire organiza um ciclo de conferências no Pátio de Letras em Faro.
Não perca dia 17 Abril pelas 22horas no Pátio de letras "Desenvolvimento local numa era de Globalização", que contará com a presença do Prof. Dr. António Fragoso. Venha partilhar este momento connosco num ambiente de cultura, boa disposição e convívio.
Dúvidas contactar:
naipfp@hotmail.com ou 963325407/919158326»


(reprodução integral de mensagem de correio eletrónico ontem recebida, com a proveniência que se identifica)

quinta-feira, abril 01, 2010

Workshop "Transportes Urbanos e Mobilidade Sustentável": programa provisório

28 de Abril de 2010. Sala de Actos, Instituto de Ciências Sociais – Campus de Gualtar, U. do Minho, Braga

14:00 Recepção e registo
14:15 Sessão de Abertura
Painel 1 – Planeamento das Acessibilidades
Moderador: Rui Ramos, E.E.- U.M.
14:20 Ciudad, movilidad sustenible e accessibilidad a los transportes urbanos
Javier Gutierrez Puebla, U.C.M.
14:50 Planeamento das acessibilidades e gestão da mobilidade urbana
João Figueira de Sousa, F.C.S.H.- U.N.L.
15:20 Pausa para café
Painel 2 –Perspectivas para as cidades de média dimensão
Moderador: J. Cadima Ribeiro, E.E.G.- U.M.
15:30 Acessibilidade aos Transportes Urbanos – o contributo dos S.I.G.
Vitor Ribeiro, U.M.
15:40 Título da comunicação a definir
Isabel Seabra, I.M.T.T.
15:55 Título da comunicação a definir
Representante da C.C.D.R.-N. (a confirmar)
16:10 Abordagem histórica e estratégica dos T.U.B. – Passado, Presente e Perspectivas de Futuro
Vitor Sousa (Vice-Presidente da C.M.B.)
16:25 Título da comunicação a definir
C.M.B.
16:40 Espaço de debate

Público-alvo:
Técnicos e autarcas com responsabilidade na gestão da mobilidade, Associações comerciais e industriais, Operadores de transportes, Instituições de ensino, Investigadores.

Organização:
Paula Remoaldo (cris.remoaldo@gmail.com);
Vítor Ribeiro (vitor.geografia@gmail.com).
Departamento de Geografia, I.C.S., Universidade do Minho

"Destruímos as cidades"

Modernos...???

(título de mensagem, datada de terça-feira, 30 de Março de 2010, disponível em Espojinho)

sábado, março 27, 2010

XII Colóquio Ibérico de Geografia

«Caros Geógrafos/Colegas/Amigos
Este ano é o Departamento de Geografia do Porto que organiza o Colóquio Ibérico de Geografia [http://web.letras.up.pt/xiicig].
Os prazos para submissão de resumos foi alargado para 15 de Abril.
Fica aqui a informação e a oportunidade para cruzar saberes e olhares geográficos.
Conto convosco!
um abraço
--
Elsa Pacheco»

(reprodução do corpo principal de mensagem que me caiu entretanto na caixa de correio electrónico, com a proveniência que se identifica)

quinta-feira, março 25, 2010

VI WORKSHOP APDR - SOLICITAÇÃO DE PROPOSTAS DE COMUNICAÇÕES SOBRE MODELOS OPERACIONAIS DE ECONOMIA REGIONAL

«Realiza-se no dia 30 de Abril em Angra do Heroísmo um workshop sobre o tema Modelos Operacionais de Economia Regional (http://www.apdr.pt/evento_6/index.html) para que vimos apelar à vossa participação através da vossa presença activa e sobretudo concretizada na apresentação de comunicações.
Pretende-se que as comunicações dêem a conhecer aplicações, em Portugal, no mundo lusófono ou no resto do mundo, de modelos operacionais de desenvolvimento regional, que fundamentem políticas sus­tentáveis à escala local e regional, e também nacional. O objectivo das comunicações deverá ser também propor orientações aos técnicos, que no terreno são responsáveis pelas políticas regionais, relativas à elaboração e implementação desse tipo de modelos.
Uma selecção das comunicações apresentadas será publicada em livro, intitulado “Modelos Operacionais de Economia Regional”, a editar no final do ano de 2010.
Informações adicionais sobre as características que devem ser imprimidas às comunica­ções, que pretendam vir a ser incluídas nessa obra (caso sejam seleccionadas) (...)
Imediatamente após o workshop realiza-se um Curso Avançado sobre Modelos Operacionais de Econo­mia Regional (http://www.apdr.pt/evento_6/curso.html) onde, com o apoio de especialistas internacionais, será possível aprofundar as metodologias de modelação das economias regionais nomeadamente para os que se candidatem e sejam seleccionados a participar no curso avançado.

Datas importantes
29 de Março de 2010 - Submissão de Resumos
31 de Março de 2010 - Aceitação dos Resumos
15 de Abril de 2010 - Recepção final das Comunicações
30 de Abril de 2010 - Realização do Workshop "Modelos Operacionais de Economia Regional " no Com­plexo Pedagógico do Pico da Urze da Universidade dos Açores»
*
(reprodução parcial de mensagem de correio electrónico ontem recebida, proveniente da entidade identificada)

quarta-feira, março 24, 2010

A política do betão, na construção de estradas de ninguém

No momento em que o Governo apresentou o Programa de Estabilidade e Crescimento (PEC), para o período 2010-2013, com o objectivo de coordenar as políticas orçamentais nacionais na União Económica e Monetária, visando a salvaguarda da solidez das finanças públicas, promovendo a estabilidade dos preços, o crescimento sustentável e a criação de emprego, foram anunciadas uma série de medidas (redução das deduções fiscais e das prestações sociais, privatizações, introdução de portagens nas Scut's, cortes nos investimentos públicos, deixando cair para 2017 a construção da ligação TGV Lisboa-Porto, entre outras), por forma a não ultrapassar um défice orçamental de 3% e uma dívida pública de 60% do Produto Interno Bruto.
A intenção do Governo era a apresentação de um PEC "credível". Mas será este PEC credível quando, mesmo com as medidas apresentadas, o mesmo revela questões preocupantes, designadamente que o ritmo de crescimento anual da economia não ultrapassará os 2%, que o desemprego continuará a rondar os 10% e que as taxas de juros retomarão uma trajectória ascendente.
Serão estas as "previsões económicas boas" que Bruxelas estará à espera?
Outra questão que me levanta as opções apresentadas pelo Governo no PEC é a de que em termos territoriais se continua a assistir à assumpção de Lisboa em detrimento das restantes regiões do Pais, com os grandes investimentos públicos a ficarem nesta área geográfica (TGV, nova travessia rodo-ferroviária sobre o Tejo, novo Aeroporto, etc.).
Se por um lado esta é uma questão que me preocupa, por outro lado, fico com a esperança que o Governo deixe cair um investimento público, que nunca entendi o interesse e a viabilidade económica e regional, refiro-me concretamente à construção de uma terceira auto-estrada Lisboa-Porto.
Observando o mapa de Portugal, com comprimento máximo de 577 km por 286 km, verifica-se que o mesmo está retalhado por Auto-estradas. De acordo com os dados de 2006 do Eurostat, Portugal era o 6.º país, da Europa dos 27, com a maior densidade por km2 de auto-estrada.
Considero que deverá existir uma maior reavaliação dos investimentos públicos, deixando de lado a tão aprazada política do betão. À primeira vista as auto-estradas são vistas como bons investimentos, quer no que diz respeito à construção propriamente dita, quer às despesas com expropriações, e a longo prazo com a conservação, mas se para as primeiras ainda se consegue apoios financeiras, a última prestação são os contribuintes que têm que pagar.
Assim, se por um lado o Governo defende o investimento público na construção de auto-estradas como forma de combater a crise e criar oportunidades de emprego, por outro lado, esquece-se que, a curto prazo, quando a relação custo-benefício deixar de ser favorável, o "povo" é que tem que apertar o cinto e acarretar com os prejuízos destes ditos investimentos públicos.
Nas duas auto-estradas Porto-Lisboa circulam diariamente cerca de 50 mil carros dia, sendo que no conjunto estas infra-estruturas forma pensadas para uma capacidade média de 150 mil veículos dia, também deste prisma continua a pensar se haverá alguma necessidade de construir mais auto-estradas.
Para além da componente económica, o investimento na política do betão tem prejuízos em termos ambientais e humanos, com a consequente destruição do património natural, cultural e histórico.
Com a construção da terceira auto-estrada Lisboa-Porto, existem territórios totalmente fragmentados, como por exemplo a freguesia da Branca em Alvergaria-a-velha, que vai ser trespassada pelos três eixos das auto-estradas.
Portugal não precisa de mais auto-estradas, o que é necessário é conservar e requalificar as que temos, passando pela conclusão das intermináveis obras de alargamento da A1 e bem ainda pela conclusão de alguns troços de vias.
A política do betão deveria ser repensada e direccionada para a construção de infra-estruturas que estabeleçam, de uma forma segura e eficiente, a ligação entre a rede viária principal e a secundária, deixando de haver nós de auto-estrada que direccionam para estradas municipais exíguas e sem capacidade para escoamento do tráfego automóvel.
Quando os investimentos públicos deixarem de serem conduzidos com base num política de betão com vista à criação de estradas de ninguém, certamente que a credibilidade do PEC e do cumprimentos dos objectivos definidos será outra.

Márcia Batista

(artigo de opinião elaborado no âmbito da u.c. Economia Política e Regional do Mestrado de Geografia, do ICS/UMinho)

segunda-feira, março 22, 2010

Conferência «Território, Acessibilidade e Gestão da Mobilidade»

«Exmo. Senhores,
Junto anexo ofício do Senhor Presidente do Conselho Directivo do Instituto da Mobilidade e dos Transportes Terrestres, I.P., para participação e colaboração com o IMTT na Conferência Território, Acessibilidade e Gestão da Mobilidade a realizar de 12 a 14 de Abril próximo, no Museu do Oriente em Lisboa, cujo programa provisório, lista de consultores e peritos e logótipo para divulgação, se junta.
Informações adicionais estarão disponíveis no site do IMTT em http://www.imtt.pt/ (Qualquer contacto poderá ser feito através do endereço: conferenciamobilidade@imtt.pt)
Com os melhores cumprimentos,»

(reprodução do corpo principal de mensagem que me caiu entretanto na caixa de correio electrónico, reencaminhada por APDR - apdr@mail.telepac.pt - http://www.apdr.pt/)

A gem is not polished…

"A gem is not polished without rubbing, nor a man perfected without trials."

Chinese Proverbs

(citação extraída de SBANC Newsletter, March 16, Issue 605 - 2010, http://www.sbaer.uca.edu/)

sexta-feira, março 19, 2010

Call for Papers: IVth Spatial Econometrics World Conference

«Dear colleague,
This is a gentle reminder that the abstract submission deadline for the IVth World Conference of the Spatial Econometrics Association is approaching. Abstracts are due before April 5, 2010.
Please check the website for the conference at http://www.agecon.purdue.edu/sea_2010 for further details.
We are looking forward to receiving your abstract and seeing you in Chicago.

Best regards,
Raymond Florax
Chair Local Organizing Committee»

(reprodução integral de mensagem de correio electrónico entretanto recebida, com a proveniência identificada)

quarta-feira, março 17, 2010

AS DINÂMICAS POPULACIONAIS E ECONÓMICAS NOS ESPAÇOS URBANOS E GLOBAIS

1. As dinâmicas populacionais e económicas urbanas passam, com maior ou menor preponderância, por pressões internas e externas. Todavia, salientamos as externas, sujeitas a estratégias globais, competindo e influenciando fortemente os sistemas urbanos de menor dimensão, cujas parcelas de território esgrimam pela manutenção ou atracção de capital humano e prosperidade económica.
2. A maior ou menor capacidade de competição de um território não se pode resumir apenas a variáveis de natureza física ou palpável, mesmo que detenha vantagens comparativas. Interessa integrar e evoluir a natureza de carácter virtual num território globalizado. O consumidor/população e respectiva economia já não dependem tanto de pequenas parcelas urbanas, comércio tradicional ou pequena indústria. Competimos com uma indústria, serviços ou comércio virtual de várias dimensões, desde os pequenos aos megalómanos (ex: Amazon).
2.1. Relativamente aos factores virtuais somos da opinião que são todos aqueles inerentes à Internet, à rádio, à televisão, ao telefone/telemóvel, a folhetos/brochuras a catálogos (ex: La Redoute e Ikea), sem recorrer à presença física.
3. As dinâmicas populacionais e económicas urbanas de expansão territorial das cidades para a periferia têm motivado uma tendência de despovoamento dos centros das cidades. Por um lado, o despovoamento pode ser justificado pelos seus factores repulsivos, podendo estar latentes, entre outros, o parque habitacional degradado, inexistência de garagem, gás canalizado; a circulação viária congestionada ou lenta; a dificuldade de estacionamento/tarifa e a poluição. Por outro lado, algumas actividades económicas apresentam novas preferências locativas, quer sejam industriais, quer sejam comerciais. Algumas das parcelas urbanas que têm evidenciado este fenómeno e motivo de preocupação por vários municípios são os Centros Históricos, pois estes acabam por concorrer com novos espaços modernizados e polarizadores.
3.1. Os CH para compreender o fenómeno de despovoamento, mais a competição global que estão sujeitos, deverão realizar previamente um diagnóstico adequado à sua cidade, freguesias e áreas morfológicas, populacional ou economicamente idênticas.
4. Se considerarmos os pólos de atracção das cidades (ex: centros de congressos/feiras, universidades, centros comerciais, hipermercados e parques comerciais) como exemplo de dinâmicas populacionais e económicas urbanas e globais, destacamos que estes centros polarizadores tornaram-se nas novas paisagens artificiais de acolhimento individual, social e familiar, num ambiente engenhosamente estudado e não casuístico ou aleatório, combinando atractivamente a temperatura, a iluminação, o ambiente sonoro, a envolvência olfactiva, a decoração e cores, descanso e abrigo aparentemente gratuitos, permitindo, como numa estufa onde se produz e extrai por diversas vezes numa mesma época, atrair e “espremer docemente” a população e os consumidores mais incautos.
5. Concluindo: a maior facilidade de fluxos populacionais e económicos à “escala mundial” faz com que a competitividade entre territórios aumente. Assim sendo, há interesse em criar estratégias, elaborar planos, integrar “Programas” de modo a captar e definir “segmentos-alvo/clientes-alvo”, tais como: turistas, excursionistas, população residente, empresas (gerar emprego…), investidores, consumidores, eventos, conferências, meios de comunicação, et caetera. Neste sentido importa unir esforços e saberes empíricos e científicos de maneira a compreender melhor os lugares, vivenciar, analisar, planear, monitorizar, entre outras variáveis, organizando, gerindo e monitorizando eficazmente de maneira a percepcionar continuamente as mutações e poder intervir, se possível, prospectivamente.

Paulo Vilela Braga

(artigo de opinião produzido no âmbito da unidade curricular Economia e Política Regional do Mestrado em Geografia, do ICS/UMinho)

sexta-feira, março 12, 2010

I Workshop on Urban Economics

«Dear colleague:
The Barcelona Institute of Economics (IEB) is pleased to announce its I Workshop on Urban Economics which will be held in Barcelona from July 12 to 13, 2010.
We would like to remind you that the deadline for submission of papers is March 19 (next Wednesday). For further information, see attached file or visit our page.
Feel free to distribute this information among those colleagues you think might be interested. We look forward to seeing you at the Workshop!

Organizing Committee
-----
IEB
Universitat de Barcelona
Fac. d'Economia i Empresa
Espai de Recerca en Economia
Carrer del Tinent Coronel Valenzuela, 1-11
08034 Barcelona
Tel.: + 34 93 403 46 46
Fax: + 34 93 403 98 32
http://www.ieb.ub.edu/»

(reprodução do corpo principal de mensagem que me caiu entretanto na caixa de correio electrónico, com a proveniência que se identifica)

"Conceito abrangente, que cobre desde a publicidade à moda, à edição, media, design, cinema, património"

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(título de mensagem, datada de 2010/03/07, disponível em Colina Sagrada)

quarta-feira, março 10, 2010

Seminário: "Organização institucional do turismo - suas implicações"

«Seminário
Organização institucional do turismo: alterações e suas implicações
16 de Março de 2010
ESCOLA SUPERIOR DE GESTÃO DO IPCA
AUDITÓRIO 1
CAMPUS DO IPCA – BARCELOS

Tendo presente a reorganização das regiões de turismo levada a cabo em 2008, com a criação de novas entidades gestoras e novos modelos de organização e gestão das políticas de promoção das diversas regiões e de Portugal como destinos turísticos, é objectivo deste seminário debater o funcionamento das anteriores regiões de turismo, o processo de reestruturação, as principais dificuldades e desafios resultantes da criação das entidades regionais de turismo.
PROGRAMA
17h30 Recepção dos participantes
17h45 Início dos trabalhos
Intervenção do Director da ESG – Agostinho Silva
Intervenção da Directora de Curso de Gestão de
Actividades Turísticas – Laurentina Vareiro
Moderador: Bruno Sousa (ESG/IPCA)
18h00 Joana Garrido (Vogal da Direcção da Entidade Regional de Turismo Porto e Norte de Portugal)
18h20 Francisco Sampaio (ex-Presidente da ex-Região de Turismo do Alto Minho), Da Junta de Turismo de Vila Praia de Âncora (1968/1979); RTAM - Região de Turismo do Alto Minho (1980/2008), à Entidade Regional de Turismo do Porto e Norte de Portugal
18h40 Henrique Moura (ex-Presidente da ex-Região de Turismo do Verde Minho), Regionalização Turística, como devia ter sido feita
19h00 Francisco Vieira (ex-Presidente da ex-Região de Turismo de Leiria-Fátima), Turismo Religioso - o erro do PENT
19h20 Debate
20h Encerramento
Entrada Livre
Certificado de Participação
Inscrição prévia, até 14 de Março, na Recepção da ESG ou por e-mail para clementina@ipca.pt ou ffonte@ipca.p»
*
(reprodução parcial de folheto que me caiu entretanto na caixa de correio electrónico, encaminhado por Laurentina Vareiro)

terça-feira, março 09, 2010

sábado, março 06, 2010

CALL FOR PAPERS - VI Congresso da APDEA e IV Congresso de Gestão e Conservação da Natureza

«VI Congresso da Associação Portuguesa de Economia Agrária
IV Congresso de Gestão e Conservação da Natureza

Ponta Delgada, Açores, entre 15 e 17 de Julho 2010

Convite à Apresentação de Resumos


O VI Congresso da Associação Portuguesa de Economia Agrária vai realizar-se em Ponta Delgada, Açores, entre 15 e 17 de Julho de 2010. O Congresso incluirá uma variedade de temas relacionados com o tópico “Competitividade & Sustentabilidade dos Sistemas Agro-alimentares e Territórios Rurais Periféricos: Factores determinantes e estratégias de sucesso”.
O Congresso incluirá sessões sobre agricultura, alimentação, agro-indústrias, ambiente, turismo, áreas rurais, uso do solo, inovação e desenvolvimento sustentável. Mais detalhes sobre o programa do Congresso serão oportunamente disponibilizados através do website do VI Congresso da APDEA – IV Congresso de Gestão e Conservação da Natureza:

http://www.congressoapdea2010.org/

Resumos de comunicações orais ou de posters, em português ou inglês, deverão ser submetidos em http://www.congressoapdea2010.org/index.php?mode=submissao até 15 de Março 2010.

As propostas para comunicações orais deverão incluir: nome do(s) autor(es) e contactos do autor identificado para correspondência. Os textos enviados deverão explicitar os objectivos, metodologia e resultados a apresentar, num texto com 750 a 1000 palavras.
As propostas para posters deverão ser apresentadas em 250 a 500 palavras.
Para informações adicionais, contacte por favor:

Susana Sardinha
Centro de Estudos de Economia Aplicada do Atlântico
Departamento de Economia e Gestão
Universidade dos Açores
E-mail: congressoapdea@uac.pt ssardinha@uac.pt
Tel.: +351 296650087 Fax: +351 296650083

Emiliana Silva
Departamento de Ciências Agrárias
Universidade dos Açores
Largo da Igreja
9700-851- Angra do Heroísmo
E-mail: emiliana@uac.pt
Tel.: +351 295402200»

(reprodução parcial de mensagem entretanto recebida, reencaminhada por APDR [apdr@mail.telepac.pt])

terça-feira, março 02, 2010

O Quadrilátero Urbano do Baixo Minho

1. Em artigo datado de há quinze dias, Francisco Carballo Cruz trouxe a este suplemento o tema das políticas urbanas em Portugal das últimas décadas, que classificou de muito tímidas, e deu notícia da expectativa que lhe gerava o projecto designado Quadrilátero Urbano para a Competitividade, a Inovação e a Internacionalização, corporizado pelas Câmaras Municipais de Braga, Guimarães, Famalicão e Barcelos, e secundado pela Universidade do Minho, pela Associação Industrial do Minho, pelo CITEVE e pelo estado português, no quadro de um programa de política pública. Dizia, a propósito, que o programa POLIS XXI apresenta todas as condições para ser bem sucedido dado que “o desenho do programa estimula a participação, transmite metodologias de trabalho e fomenta o diálogo entre agentes de desenvolvimento, permitindo a acumulação do necessário capital de confiança.”
2. Também eu me regozijo com este desenvolvimento recente em matéria de concertação estratégica entre municípios vizinhos, tanto mais que em sede de elaboração do Plano Estratégico de Desenvolvimento do Vale do Cávado (Abril de 1996) se me oferecia já claro que a tarefa da consolidação e hierarquização da rede urbana do Vale do Cávado passava necessariamente pela “transgressão” do vale, única forma que entrevíamos de Braga, em sentido lato, se configurar como um futuro centro regional. “Essa estratégia, que rompe com a lógica dos vales – escrevíamos -, tem a virtude de sugerir a conceptualização de um eixo urbano com dimensões suficientes para sustentar a afirmação da região a outros níveis, sem ter que sofrer as consequências perversas da concentração metropolitana”. Sem sofismas, acrescentava-se que “o que se propõe com o estabelecimento deste eixo é a aquisição por parte deste território de um potencial humano e económico organizado capaz de fazer face à pressão exercida em todo o Noroeste pela área Metropolitana do Porto”.
3. Aparte a problemática das orientações seguidas em matéria de políticas urbanas e de ordenamento do território, esta leitura de situação e a proposta (ousada) que então nos atrevemos a formular era devedora de um quadro de fundo muito complexo e constringente, que decorria da globalização em curso das economias. Por sua vez, esta fez da competitividade territorial um instrumento essencial na afirmação dos países na cena internacional. Na verdade, num contexto de economia aberta e em profunda transformação, é preciso ser capaz de tirar partido de vantagens competitivas existentes ou a construir, o que, em muitos casos, passa pelo melhor aproveitamento dos recursos e competências dos territórios. Conforme sublinhava Michael Porter já em 1993, neste mundo dominado pela competição à escala global, as diferenças de valores, cultura, estruturas económicas, instituições, infra-estruturas e a própria história são factores que influenciam decisivamente o êxito económico de um território.
4. Nesse balanço da competitividade, para ganhar escala ou projectar a respectiva imagem, tal qual os agentes e empresas, também as cidades e as regiões se organizam (podem organizar) em rede. Através do estabelecimento de redes de cooperação, as cidades conseguem criar sinergias capazes de elevar a sua competitividade a níveis que individualmente não conseguiriam. O funcionamento em rede constitui um dos elementos distintivos da sociedade em que vivemos. Este princípio não exclui, entretanto, a existência de competição entre os elementos da rede quando não esteja em causa a afirmação do grupo.
5. Embora se tenha configurado inicialmente como resposta a uma iniciativa de política pública nacional enquadrada no programa “Redes Urbanas para a Competitividade e a Inovação”, o Quadrilátero Urbano do Minho deve ser entendido como um primeiro passo de um processo mais amplo que envolve a programação estratégica de investimentos e a respectiva concretização. Nesse ensejo, um dos seus objectivos centrais prende-se com a vontade de criar condições que estimulem a criatividade. Isto porque, não podendo a região e o país competir em termos de preço, importa que compita pela singularidade, qualidade e sofisticação dos produtos e serviços que oferece.
6. Concluindo: sendo uma necessidade percebida já há bastantes anos por uns quantos que pensavam a realidade do desenvolvimento do Minho, a constituição da rede urbana em questão sugere-se resposta óbvia aos desafios económicos e tecnológicos do presente. Não se deduza, no entanto, que, dado este primeiro passo, tudo fica resolvido, mesmo depois da formalização de uma associação de municípios para fins específicos para gerir a carteira de investimentos associada à parceria. Assim não é porque: i) a construção e consolidação de um projecto exigente e complexo como é este exigem um empenho continuado e muito capacidade de negociação por parte dos seus protagonistas directos; e ii) a garantia última de continuidade e de sucesso da rede reside na sua assumpção como desígnio pelo cidadão comum deste território metropolitano.
J. Cadima Ribeiro
*
(artigo de opinião publicado na edição de 2010/03/02 do Suplemento de Economia do Diário do Minho, no âmbito de coluna regular intitulada "Desde a Gallaecia")

segunda-feira, março 01, 2010

"Nas suas origens, estas entidades pretendiam reduzir a exclusão social, promover o desenvolvimento dos seus territórios de intervenção"

A propósito das Caixas de Poupança e da eventual fusão das Caixas Galegas


(título de mensagem, datada de Sábado, 17 de Abril de 2010, disponível em Economia Portuguesa)

Call for Papers: IVth Spatial Econometrics World Conference

«Dear colleagues and friends,
We would like to invite you to submit an abstract for a paper presentation at the IVth World Conference of the Spatial Econometrics Association.
The conference will take place in the Courtyard Magnificent Mile Downtown Chicago hotel in Chicago, Illinois from June 9-12, 2010.
We have managed to negotiate an attractive room rate for downtown Chicago and the registration fee for Ph.D. students has been considerably reduced. More information is available from the conference website at:

http://www.agecon.purdue.edu/sea_2010.

The deadline for the submission of abstracts is April 5, 2010. The total number of presentations is maximized at 150, and decisions about the acceptance of abstracts will be sent out on April 19.
Important highlights of the conference are: keynote speeches, a graduate student paper competition, and sessions on teaching spatial econometrics and the use of software for spatial statistical data analysis. Opportunities for publication of papers are available through a special journal issue which, after peer review, will comprise a selection of the best papers presented at the conference. The conference brochure is attached to this e-mail.
We are hoping to see you in Chicago in June!
Best regards,
Raymond Florax
Chair of the Local Organizing Committee
sea2010@purdue.edu»

(reprodução integral de mensagem de correio electrónico entretanto recebida, proveniente da entidade identificada)

Vantagens competitivas dos territórios

Factores que influenciam o êxito económico de um território

(título de mensagem, datada de Domingo, 28 de Fevereiro de 2010, disponível em Economia Portuguesa)

sexta-feira, fevereiro 26, 2010

New Call for Papers - 16.º Congresso da APDR/ 16th APDR Congress - Madeira

No seguimento dos acontecimentos verificados na Madeira a Comissão Organizadora do 16.º Congresso da APDR decidiu abrir três novos temas para o congresso e alargar o prazo de submissão de resumos./ In the pursuing of the events verified in the Madeira the Organizing Committee of 16th APDR Congress decided to open three new themes for the congress and to extend the deadline for submission of abstracts.

Os novos temas são:/ The new themes are:
¨ Reabilitação urbana em zonas sinistradas;/ Urban Rehabilitation in zones injured by an accident;
¨ Ordenamento do território e risco ambiental; Land planning and environmental risk;
¨ Ciência, discernimento e gesto em cenários de destruição e recriação./ Science, discernment and management scenarios of destruction
O novo prazo para apresentação de resumos é 26 de Março. Os Prazo de entrega das comunicações mantêm-se a 24 de Abril. De notar que já foram submetidos 261 resumos e que as salas do Colégio dos Jesuítas da Universidade da Madeira permitem apenas a apresentação de 300 comunicações./ The new deadline for submission of abstracts is March 26th. The deadline for papers submission remains April 24th. Note that so far was submitted 261 abstracts and the rooms of the Colégio dos Jesuítas from University of Madeira allow only the presentation of 300 papers.
[...]
Submissão de resumo/ Abstract Submission
Para fazer a submissão online (resumo e/ou comunicação) ou se registrar no 16.º Congresso da APDR, deve ter uma conta/ You must have an account for an online submission (abstract and/or paper) or to register for the 16th APDR Congress.

Sua primeira visita, por favor CLIQUE AQUI/ For a first visit, please click here.
Já tem conta, por favor CLIQUE AQUI/ You have already an account, please click here.

COMISSÃO ORGANIZADORA/ Organizing Committee:
• António Almeida (Universidade da Madeira)
• Ricardo Fabrício (Universidade da Madeira)
• Vera Barros (Universidade da Madeira)
• Ricardo Correia (Universidade da Madeira)
• Tomaz Ponce Dentinho (Presidente da APDR)

CONTACTOS/ Contacts
Associação Portuguesa para o Desenvolvimento Regional — APDR
Elisabete Martins
E-mail: mailto:apdr@mail.telepac.pt; elisabete.martins@apdr.pt
Internet: http://www.apdr.pt/
(reprodução parcial de mensagem que me caiu entretanto na caixa de correio electrónico, com a proveniência identificada)

quarta-feira, fevereiro 24, 2010

Documentário "Raízes - a vida e a morte no planalto de Castro de Laboreiro"


«Exmos. (as) Senhores (as)
É com muito gosto que divulgamos e enviamos o convite, em anexos, para a apresentação pública do documentário "Raízes – a vida e a morte no planalto de Castro de Laboreiro", no dia 26 de Fevereiro, Sexta-feira, pelas 21.30.
Solicitamos e muito agradecemos a divulgação possível.
Contamos com a vossa presença.
Gratos pela atenção e com os melhores cumprimentos

Isabel Silva»

(reprodução de mensagem de distribuição universal na rede da UMinho que me caiu entretanto na caixa de correio electróncico, com origem em M D. Diogo Sousa - Divulgação)

segunda-feira, fevereiro 22, 2010

VI Congreso Internacional de Ordenación del Territorio


«Estimad@s amig@s,

A efectos de la presentación de ponencias y comunicaciones, que como se recoge en el díptico adjunto tiene como plazo máximo de presentación el día 1 de septiembre de 2010, se remite la 1ª Convocatoria del VI Congreso Internacional de Ordenación del Territorio a celebrar en Pamplona los días 27, 28 y 29 de octubre de 2010.

Un cordial saludo

Mónica García Clemente

Secretaría VI CONGRESO INTERNACIONAL DEL ORDENACIÓN DEL TERRITORIO

Directora Administrativa
FUNDICOT
C/ General Arrando, 3828010 - Madrid
TLF. 91 308 50 29
(reprodução de mensagem de correio electrónico entretanto recebida, reenviada por Paula Cristina Remoaldo)

domingo, fevereiro 21, 2010

Política energética na U.E. e em Portugal

A União Europeia (U.E) tem vindo a pôr em prática uma série de programas que procuram diminuir a dependência face aos combustíveis fósseis, ao mesmo tempo que visam reduzir as suas emissões de carbono para a atmosfera e desenvolver tecnologias com menor impacto ambiental. Em Portugal, estas preocupações também já se fazem sentir. Sinal disso é o investimento cada vez mais maior em energias renováveis, de diferentes fontes.
A U.E. estabeleceu vários objectivos em matéria de redução de dependência energética e de combate às alterações climáticas, de que se destacam os definidos para 2020 no âmbito da designada “proposta 20-20-20”: i) a redução do consumo de energia em 20%; ii) o aumento da percentagem de energias renováveis no consumo energético em 20%; e iii) a redução pelo menos em 20% das emissões de gás com efeito de estufa. Outra meta prosseguida no mesmo horizonte temporal é aumentar em 10% a percentagem dos biocombustíveis no consumo total de gasolina e de gasóleo.
A prazo mais curto, a U.E. comprometeu-se a: i) reforçar o mercado interno da energia; ii) melhorar a integração entre política energética, agrícola e comercial; iii) reforçar a cooperação internacional; e iv) sujeitar o sector dos transportes aéreos às restrições de emissão previstas pelo Protocolo de Quioto. Para um horizonte temporal mais longínquo (até 2050), foi fixado obter 50% da energia utilizada na produção de electricidade nos sectores industrial, transportes e doméstico a partir de fontes livres de carbono.
A cimeira das Nações Unidas sobre as alterações climáticas recentemente realizada em Copenhaga era encarada como um momento histórico na batalha contra as alterações climáticas. O objectivo era encontrar um acordo global para a redução das emissões de gases com efeito de estufa com maior alcance do que o que fora estabelecido em Quioto, em 1997. No entanto, apesar da confiança em bons resultados que alguns líderes transpareciam antes da cimeira, o fosso económico entre países e as diferenças de empenho em matéria ambiental dos vários Estados participantes acabaram por minar as ditas expectativas de obtenção de resultados palpáveis.
Portugal é um dos países da União Europeia com uma maior dependência energética (80%, em 2006 – dados do Eurostat). A acrescentar ao cenário de grande dependência energética, sabe-se que, no período de 2000 a 2008, o PIB português cresceu a uma taxa média inferior à taxa de crescimento anual do consumo de energia. Isso quer dizer que, a acrescer à dependência, o país se depara com uma elevada ineficiência na utilização da energia de que faz uso. Daí que seja natural que Portugal sinta muitos problemas quando se dá uma subida do preço do crude. Aliás, este vem sendo um grande responsável pelo aumento da factura em combustíveis minerais nos últimos anos, contribuindo decisivamente para o agravar do desequilíbrio da Balança Comercial.
A resposta encontrada tem sido o aumento dos investimentos em energias renováveis. Desta forma, tem-se procurado fazer crescer a produção nacional de energia e reduzir as importações de combustíveis fósseis e, logo, a dependência energética. Os investimentos que vêm sendo realizados vão ao encontro do que se propunha no PNAC 2006 (Programa Nacional para as Alterações Climáticas), que no pacote de metas a atingir até 2010 incluía, entre outras, as seguintes: instalação de uma potência eólica de 4500 MW; aumento da eficiência energética nos edifícios até 40%; promoção da electricidade produzida a partir de fontes renováveis; e o realinhamento da carga fiscal sobre o gasóleo de aquecimento e sobre os combustíveis industriais.
De acordo com os dados disponíveis, prevê-se que até 2012 sejam investidos 12 mil milhões de euros no sector energético, investimento esse que será distribuído entre barragens, centrais de ciclo combinado, parques eólicos e solares e outros. Espera-se que a parte maioritária provenha de recursos privados, posto que o sector da energia e ambiente se vem relevando cada vez mais apelativo para os agentes privados.
No cômputo global, os passos dados têm surtido efeito na redução da factura respectiva e na diminuição da dependência energética do país. No entanto, são ainda um caminho, não a meta que importa alcançar. Importa, por outro lado, analisar criticamente a ideia difundida de que as energias renováveis são a solução para todos os problemas energéticos. A verdade é que estas energias apresentam também desvantagens ao nível de várias componentes ambientais.

J. Cadima Ribeiro

(artigo de opinião publicado na edição de 2010/02/11 do Jornal de Leiria)

segunda-feira, fevereiro 15, 2010

Gastronometrica V

«Gastronometrica V
in VDQS 17th Annual Conference
Palermo, Sicilia, Italia; June 09-12, 2010


The aim of the conference is to promote exchanges of research ideas and results across a range of fields related to gastronomy. This year we open two extra topics: Quality & Gastronomy and Quantitatives Analysis on OLIVE OIL Markets

OLIVE OIL
- Olive Oil Role
- History and Culture
- Economic and Social Importance
- Olive Oil Market Analysis
- Local, National, International Markets
- Costs, Hedonic Price, Price Segmentation, Price Trends
- Olive Oil Marketing Measurement
- Modeling of Competitors
- Impact of: Information, Advertising, Packaging, ...
- Sensory Analysis of Olive Oil
- Olive Oil Consumption and Gastronomy
- Importance of Olive for Health

Deadline for submissions: February 28, 2010
A scientific committee will evaluate all submitted papers. Thank you for the authors who have proposed a paper.
More information: www.gastronometrica.org/2010Palermo/
Download the call for paper
On line Submission (on vdqs website)»

(reprodução parcial de mensagem de correio electrónico recebida no final da passada semana, proveniente da entidade identificada)

quinta-feira, fevereiro 11, 2010

Comentário sobre "Um Interior Desertificado: solidão - a doença dos novos tempos"

Antes de mais convém esclarecer a diferença entre desertificação e despovoamento, que acho, seria o que a colega quereria dizer. Desertificação quererá referir-se à perda de solo e despovoamento à perda de população de determinada área. Como tal, acho que este deveria ter sido o termo utilizado pela colega.
Depois apraz referir que o envelhecimento será mais uma consequência do que causa do êxodo rural. Efectivamente a população jovem, sem visão de futuro na região onde habita, tentará procurar as condições que almeja noutros locais, nomeadamente no litoral do país ou até no estrangeiro.
Há quem diga que os incêndios são uma consequência do despovoamento. Contudo tal não é verdade. É um facto que, antigamente a população procedia à remoção do material combustível dos terrenos, (não acho que exista floresta ou que esse termo possa ser usado em Portugal), para os mais variados efeitos. As causas dos incêndios transcendem as causas físicas. Contrariamente ao que se afirma não existem causais naturais. Ou têm origem negligente ou propositada. Ocorrem sobretudo no interior e a causa principal terá que ver com o sentido da renovação das pastagens. E aí o que deverá fazer é acções de sensibilização junto da população e proceder a queimadas controladas, com a ajuda dos Bombeiros, pois os benefícios das queimadas são mais que conhecidos.
Não me parece que a Saúde e a Educação devam ser serviços orientados com vista ao lucro. Sou totalmente contra este tipo de visão economicista. A saúde e educação são serviços que devem ser gratuitos. Será que ninguém se preocupa com a meia dúzia de crianças que ficou sem escola e que terá de percorrer quilómetros para ter aulas. Ou a centena de idosos que ficou a 2/3h do Serviço de saúde mais próximo. O que origina estas situações?! Mais êxodo do interior para o centro. Deixando, ainda mais, o interior despovoado, questão central e título do texto da colega. Estamos a combater um problema agravando ainda mais outro. Não devemos deixar de pensar, que a manter-se este ritmo de crescimento da população, os idosos poderão ser no futuro o grupo etário mais pesado da população e consequentemente de eleitores.
É claro que as teorias de localização têm uma lógica e sentido ainda hoje bem pertinentes. Mas actualmente, são os serviços a procurar a população ou a população a instalar-se junto aos serviços? Não posso deixar de pensar em serviços de saúde e educação como uma centralidade. Queixa-se a colega que as empresas deveriam instalar-se no interior. Também concordo, mas aí os custo de localização seriam elevado na medida em que deslocar o produto para os mercados poderia ter mais encargos, mas aí poderíamos eliminar as portagens, que continuo ser perceber porquê, quem quer passar férias no Allgarve não paga portagens depois de sair de Lisboa e quem vai visitar os familiares ao interior o tem de fazer. Construir centralidades e medidas para as tornar viáveis deve ser uma política a seguir.
Numa estadia em Ponte de Sôr, constatei as excelentes condições que a sua população possui, pavilhão gimnodesportivo, complexo de piscinas, campos de futebol, parque e a marginal junto ao rio assim como pequeno anfiteatro virado para este, mas que, ninguém, e não estou a enfatizar, parece usufruir. Parece-me evidente que houve um esforço para tentar prender a população à sua cidade mas infelizmente nem só boas condições de habitabilidade as aprisiona à sua terra.
Economia e crescimento estão relacionados mas economia e desenvolvimento nem tanto. Enquanto a visão economicista guiar as opções e acções tomadas nunca será alcançado a equidade a que se refere. O planeamento deve ser deixado ao cargo dos planeadores e as decisões aos decisores. Os políticos são aqueles que gerem interesses. Classifico-os como o grupo de pessoas que tenta convencer que os interesses que defendem são os mesmos que interessam à população em geral.
(comentário produzido sobre a mensagem intitulada "UM INTERIOR DESERTIFICADO: Solidão – a doença dos ...", pelo autor identificado)

quarta-feira, fevereiro 10, 2010

Quadrilátero Urbano evolui para Associação de Municípios

«A Câmara Municipal de Braga formaliza esta quinta-feira (11 de Fevereiro) a sua adesão à Quadrilátero Urbano do Minho - Associação de Municípios de Fins Específicos, agora constituída como forma de dar nova personalidade jurídica à estrutura associativa que junta dos municípios de Barcelos, Famalicão, Guimarães e Braga.
[...]
Refira-se que o “Pacto para a Competitividade e a Inovação Urbanas”, formalizado em Outubro de 2008 entre os municípios de Barcelos, Braga, Guimarães e Famalicão, a Universidade do Minho, a Associação Industrial do Minho e o Centro Tecnológico das Indústrias Têxtil e do Vestuário de Portugal prevê a instituição de uma “associação de municípios de fins específicos” com a finalidade de garantir as bases para o desenvolvimento e execução do projecto “Quadrilátero Urbano para a Competitividade, a Inovação e a Internacionalização”.»
CMBraga
(excertos de nota informativa sobre a matéria em apreço que me caiu entretanto na caixa de correio electrónico, proveniente da entidade identificada)

"Schumpeter’s theory"

"Schumpeter’s theory started with the idea that the entrepreneur, some one outside the conventional economy, would create something and then, step by step, that innovation would enter the market as a new distinct product or service. The idea of innovation to Schumpeter was closely linked to the one of “creative destruction”, which means that the new inventions would turn the old ones inappropriate and without economic value."
José Pedro Cadima

domingo, fevereiro 07, 2010

PLURIS 2010

«PLURIS 2010, 4º Congresso para o Planeamento Urbano, Regional, Integrado e Sustentável, de 6 a 8 de Outubro de 2010.
PLURIS 2010 - 4th Luso Brazilian Conference on Urban, Regional, Integrated and Sustainable Planning, from October 6th-8th, 2010.
PLURIS 2010 – Congreso Luso Brasileño sobre Planificación Urbana, Regional, Integral y Sostenible, del 6 al 8 de Octubre de 2010.

http://pluris2010.civil.uminho.pt/

11 de Fevereiro de 2010 - Data limite para submissão de resumos
A submissão de Resumos é efectuada apenas on-line através de formulário para o efeito
http://pluris2010.civil.uminho.pt/subm_resumos/resumos.aspx

11th February 2010 - Deadline for submission of abstracts
Abstracts will be exclusively submitted online in a proper form
http://pluris2010.civil.uminho.pt/subm_resumos/resumos_eng.aspx

11 de Febrero de 2010 - Fecha límite para la sumisión de resúmenes
El envío de Resúmenes é efectuada solamente on-line a través de un formulario propio
http://pluris2010.civil.uminho.pt/subm_resumos/resumos_es.aspx

PLURIS2010 –- Newsletter1
Primeira nota informativa pode ser consultada em
http://pluris2010.civil.uminho.pt/noticias_newsletter1.html

First newsletter can be consulted online
http://pluris2010.civil.uminho.pt/en/noticias_newsletter1.html

Primero boletín informativo puede consultarse en
http://pluris2010.civil.uminho.pt/es/noticias_newsletter1.html

Saudações da Comissão Organizadora,
Sincerely, the Conference Coordinators,
Atentamente, lo Comité Organizador,
Rui A. R. Ramos, Universidade do Minho
Antônio Nélson R. da Silva, Universidade de São Paulo
Léa Cristina L. de Souza, Universidade Federal de São Carlos
Maria Manuela Pires Rosa, Universidade do Algarve»
*
(reprodução de mensagem de correio electrónico entretanto recebida, com origem na entidade organizadora do Congresso)

sexta-feira, fevereiro 05, 2010

Geoportal BCN

«Comunitat geospacial 04/01/2010
http://www.comunitats.localret.cat/geospacial/?q=node/1335

Geoportal BCN

L'Ajuntament de Barcelona ha creat una Infraestructura de Dades Espacials amb geoinformació del mateix municipi. Aquesta infraestructura conté el `Geoportalbcn' on es troben els serveis indiscutibles d'una IDE: servei de catàleg, servei de geocodificació, servei de visualització de serveis WMS.
L'enllaç per accedir a la IDE de l'Ajuntament de Barcelona és: http://www.bcn.cat/geoportal/ca/presentacio.html
i l'enllaç del `Visor de mapes' és: http://w24.bcn.cat/geoportal/index.html?lang=ca»

(reprodução de mensagem de correio electrónico entretanto recebida; cortesia de Paula Cristina Remoaldo)

quinta-feira, fevereiro 04, 2010

XXXVI Reunión de Estudios Regionales

«XXXVI Reunión de Estudios Regionales
(Elvas-Badajoz) - 17-19 noviembre de 2010

La XXXVI Reunión de Estudios Regionales (Badajoz-Elvas 2010) se celebrará en colaboración con la Asociación Portuguesa de Ciencia Regional (APDR).

Estimados miembros de la AECR:
La XXXVI Reunión de Estudios Regionales (Badajoz-Elvas 2010) se celebraráen colaboración con la Asociación Portuguesa de Ciencia Regional (APDR).
El lema de este International Meeting on Regional Science será "THE FUTURE OF THE COHESION POLICY".
El congreso se iniciará el miércoles, 17 deNoviembre de 2010, en Elvas (Portugal) con un workshop cuyo tema será "Fronteras y Desarrollo Regional". El congreso continuará el jueves 18, yel viernes 19 de Noviembre de 2010 en Badajoz.
Vayan reservando sus agendas.

Comité Organizador de la XXXVI RER»

(reprodução integral de mensagem de correio electrónico entretanto recebida, proveniente da entidade identificada)

quarta-feira, fevereiro 03, 2010

The most effective men and women in every area

"Your ability to negotiate, communicate, influence, and persuade others to do things is absolutely indispensable to everything you accomplish in life. The most effective men and women in every area are those who can quite competently organize the cooperation and assistance of other people toward the accomplishment of important goals and objectives."

Brian Tracy

(citação extraída de SBANC Newsletter, Fevruary 2, Issue 600 - 2010,