segunda-feira, outubro 17, 2011

Turismo em Portugal: uma aposta com futuro?

De acordo com a Organização Mundial do Turismo, segundo dados de 2006, Portugal é um dos 20 maiores destinos do mundo. Nesse ano, quase 12 milhões (valor superior à população residente no país) de turistas visitaram Portugal. O turismo é desta forma considerado um dos mais importantes sectores da economia portuguesa, representando cerca de 8% do PIB e absorvendo perto de 10% do emprego.
Portugal é amplamente reconhecido na Europa pelo sol, praias, gastronomia, herança cultural e patrimonial. A procura turística em Portugal continental concentra-se em duas regiões determinantes – Algarve e Lisboa. O Algarve, no sul de Portugal, é por excelência o ponto turístico de muitos europeus. O clima e a temperatura da água são os principais factores que contribuem para o grande crescimento do turismo nesta região (predominância do turismo balnear). Por outro lado, Lisboa, a capital portuguesa, atrai também muitos turistas, quer pela sua História, quer pelos seus monumentos (exemplos: o Aqueduto das Águas Livres, a Sé Catedral, a Baixa Pombalina, a Torre de Belém e o Mosteiro dos Jerónimos), quer pela sua contemporaneidade. Fora deste território, destaca-se, ainda, a ilha da Madeira que deposita no turismo o principal suporte da sua economia, graças a uma imagem de qualidade já consolidada, ao clima ameno ao longo do ano e à excelência da sua qualidade paisagística, onde importa destacar os valores naturais.
Face ao que foi referido anteriormente, é pertinente dar algum destaque aos chamados recursos gratuitos, cujos valores e características não possuem preço e não são contemplados pelos valores de mercado. São considerados recursos gratuitos, por exemplo, os elementos geográficos, outros factores naturais e os bens públicos: as praias, florestas, rios, parques, monumentos culturais, o folclore, as estradas e outros elementos de infra-estrutura, tais como hospitais, museus, escolas etc. Existe, contudo, um custo na oferta desses bens, inclusive na manutenção das suas condições e conservação, para que possam permanecer como atracções turísticas e meios de acesso a elas.
O factor que diferencia uma região turística de outra, sob o ângulo de recursos gratuitos, é a forma como se associam os recursos naturais e os recursos estruturais. A simples existência de praias, montanhas, parques, florestas e rios não dá a esses lugares possibilidade de atraírem visitantes, se a eles não existirem meios de acesso. Aqui, entram as variáveis eminentemente económicas, que devem ser consideradas nas políticas regionais de desenvolvimento e intensificação do sector turístico, nomeadamente, a disponibilidade de recursos para aplicação na construção e ampliação de meios de hospedagem (hotéis, pousadas, parques de campismo), de restaurantes e de estabelecimentos de diversões culturais e populares (museus, parques temáticos, casas de música etc.); a integração das actividades turísticas com os outros sectores da economia regional; e, a disposição de investir recursos na formação de mão-de-obra especializada, para os vários sectores do turismo receptivo.
Pode concluir-se, que Portugal possui recursos e potencialidades turísticas extraordinárias sobre as quais se tem vindo a desenvolver uma actividade relevante e com peso crescente na economia do país e que pode permitir, segundo o Orçamento de Estado para 2006, desenvolver o “cluster” Turismo-Lazer como um sector estratégico prioritário para o país. A estratégia de promoção e desenvolvimento deste “cluster” deve atender às múltiplas dimensões do sector, nomeadamente o potencial para aumento das receitas externas, para a cobertura do défice da nossa balança comercial, para o combate ao desemprego, para a valorização do património natural e cultural do país, bem como para a melhoria da qualidade de vida dos portugueses e para a atenuação das assimetrias regionais. O futuro do sector passa por uma perspectiva de sustentabilidade ambiental, económica e social, no quadro de um novo modelo de desenvolvimento do turismo que privilegie a qualidade, seja em termos de ambiente do destino turístico, seja no que se refere aos empreendimentos e serviços turísticos.
O Turismo revela ser uma boa aposta de futuro, pois a evolução significativa das receitas e o elevado número de turistas, torna-o um dos maiores sectores estratégicos da economia portuguesa, desempenhando um papel vital para o desenvolvimento do país.

Sílvia Manuela de Jesus Pinto

[artigo de opinião produzido no âmbito da unidade curricular “Economia Regional” do 3º ano do curso de Economia (1º ciclo) da EEG/Minho]

sábado, outubro 15, 2011

9th World Congress of Regional Science Association International

«RSAI NEWS
Call for papers | 9th World Congress of Regional Science Association International
The 9th World Congress of the Regional Science Association International with the theme Changing Spatial Patterns in Globalising World will take place in Timisoara, Romania, on 9-12 May 2012.
It is organized by the West University of Timisoara - Faculty of Economics and Business Administration (http://www.uvt.ro/en/academic/facul...) and the Romanian Regional Science Association (www.rrsa.ro).
Abstract / Paper Submission is now OPENED.

Deadline of submission of abstracts and papers:
Submission of abstracts: November 21st, 2011
Notification of abstract acceptance: January 15th, 2011
Payment of reduced registration fee: January 31st, 2012
Paper submission for CD-ROM: February 28th, 2012

For more information please see: http://www.rsai2012.uvt.ro/»

(reprodução parcial do corpo principal de mensagem que me caiu entretanto na caixa de correio electrónico, proveniente da entidade identificada)

quinta-feira, outubro 13, 2011

Sub-região de Monção e Melgaço: o Alvarinho e o Desenvolvimento Regional

A sub-região de Monção e Melgaço, encontrando-se no interior do país, presencia uma grande desertificação. Todavia, contém recursos físicos e culturais que podem ser aproveitados e canalizados para o desenvolvimento regional, sendo o vinho Alvarinho a principal fonte de rendimento.
O Alvarinho é um vinho verde produzido na sub-região de Monção e Melgaço em terrenos de meia encosta da bacia hidrográfica do rio Minho, sendo obtido pela produção e transformação de uma única casta de uva branca. A casta Alvarinho é uma casta branca da espécie “Vitis Vinífera” proveniente do Noroeste da Península Ibérica, correspondendo à mais nobre das castas brancas portuguesas e produzindo um vinho de excelente qualidade, o que faz com que o vinho Alvarinho usufrua de uma grande capacidade de concorrência nos mercados nacionais e internacionais.
Este vinho provém da sub-região de Monção e Melgaço (composta pelos concelhos de Monção e Melgaço) devido às características climatéricas específicas. Sendo uma das regiões vinícolas mais antigas de Portugal, esta região centenária situa-se no Noroeste de Portugal e o facto de estar inserida num anfiteatro natural, protegida a norte, sul, este e oeste por fragas e serranias confere-lhe características únicas para a produção do vinho Alvarinho. Assim, as vinhas desfrutam de um micro-clima com exposição atlântica, elevada pluviosidade, humidade atmosférica, temperatura amena e pequenas amplitudes térmicas que proporcionam as condições favoráveis para a produção de um produto único no mundo.
A sub-região de Monção e Melgaço foi criada em 1908 com o intuito de defender a genuidade e a qualidade do vinho daí proveniente, uma vez que o reconhecimento da elevada qualidade do vinho de Monção e Melgaço além fronteiras já remonta ao século XIV. Ao longo dos séculos este reconhecimento expandiu-se para os quatro cantos do mundo tendo o vinho Alvarinho alcançado uma notoriedade nacional, factor explicativo da região estar inteiramente dedicada ao cultivo da casta Alvarinho, pois os rendimentos oriundos da sua produção são parte importante dos rendimentos anuais da população residente.
Os concelhos de Monção e Melgaço são municípios rurais que apostam essencialmente no desenvolvimento sustentável, tendo o vinho Alvarinho um papel vital. Assim, a casta Alvarinho veio trazer à agricultura um novo impulso de progresso e riqueza, possibilitando a aceleração do crescimento dos últimos 15 anos que foi decisiva para a evolução socioeconómica da região, tornando-se assim, o Alvarinho a nova casta coqueluche internacional.
Com o propósito de desenvolver a região, a Adega de Monção (líder na produção e comercialização de Alvarinho), que tem como objectivo a consolidação dos clientes estrangeiros do Norte da Europa e o crescimento do volume de vendas nos mercados de Leste, marcou presença no Salão Internacional de Vinho, Pescado e Agro-Alimentar (SISAB) em Lisboa e na maior feira internacional de vinhos e bebidas alcoólicas (PROWEIN) em Dusseldorf. Outro factor explicativo do papel do Alvarinho no desenvolvimento regional é o investimento cada vez maior dos jovens na produção de Alvarinho, como resultado de um programa de reconversão de vinhas que pretende garantir uma maior produção da casta mais famosa dos vinhos verdes.
A par desta busca de oportunidades de negócio fora de Portugal e do investimento dos mais jovens, existem ainda outros tipos de serviços para fomentar o desenvolvimento regional, tendo como base o Alvarinho: Festa do Alvarinho e do Fumeiro; Solar do Alvarinho e Rota do Alvarinho. Estes serviços têm como intuito primordial incrementar o desenvolvimento e dinamização do meio rural e suas tradições, comercializando produtos típicos.
Desta forma, o vinho Alvarinho foi e ainda é uma excelente alavanca de desenvolvimento económico, sendo um caso de sucesso entre as regiões vinícolas de Portugal pois a sua procura é superior à oferta. Deste modo, o vinho Alvarinho impulsionou o desenvolvimento da sub-região de Monção e Melgaço, uma vez que “Falar de Alvarinho é falar de Monção e Melgaço”.

Márcio David Gonçalves Bermudes

[artigo de opinião produzido no âmbito da unidade curricular “Economia Regional” do 3.º ano do curso de Economia (1.º ciclo) da EEG/Uminho]

Observatório EUROACE

«Temos o prazer de enviar o n.º 1 de 2011 da Newsletter do Observatório EUROACE (Euroregião Alentejo-Centro-Extremadura).
Para mais informações sobre a Euroregião consulte o site do Observatorio ou Facebook.
Com os melhores cumprimentos.
Observatorio EUROACE
(Eurorregión Alentejo-Centro-Extremadura)

Coordinador: José Castro Serrano
Gestor de proyectos - UEX
Tf. móvil: +34-695467749
josecastro@unex.es

Secretario técnico: José Manuel Pérez Pintor
Universidad de Extremadura
jmperpin@unex.es

Facultad de Filosofía y Letras
Avda. Universidad, s/n
10071 - Cáceres - España
Tf. fijo: +34-927257000 Ext. 51020
Fax. +34-927257401 (Indicar A/A. José Castro)
Web. http://observatorio.euro-ace.eu

Secretariado de la EUROACE
Gabinete de Iniciativas Transfronterizas
Dirección General de Acción Exterior.
Juan Pablo Forner 1, 2ª planta
06800 Mérida (Badajoz)
http://www.gitextremadura.com
Tf.: 924 003 679
Fax: 924 003 670»

(reprodução do corpo principal de mensagem que me caiu entretanto na caixa de correio electrónico, proveniente da entidade identificada)

terça-feira, outubro 11, 2011

"Recursos, Posição e Desempenho Empresarial num Cluster - Estudo no Cluster de Calçado em Felgueiras e Guimarães"

Recursos, posição e desempenho empresarial num cluster

(título de mensagem, datada de 11 de Outubro de 2011, disponível em Empreender)

REVISTA DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO (RDE)

«Programa de Pós Graduação em Desenvolvimento Regional e Urbano
REVISTA DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO (RDE)
CHAMADA DE ARTIGOS
A RDE, classificada pelo QUALIS da CAPES como B2 pelas áreas de Planejamento Urbano e Regional/Demografia e Arquitetura e Urbanismo, estará recebendo até o próximo dia 30 de dezembro de 2011, artigos para a edição do seu vigésimo quarto número com lançamento previsto para o mês de janeiro de 2012.
Os artigos deverão obedecer as normas da ABNT e conter no máximo 20 páginas (com título, resumo, e palavras-chave em português e inglês e a classificação JEL) e versar sobre temas relacionados com a Economia Regional e Urbana, o
Planejamento Urbano e Regional, a Demografia, e a Arquitetura e Urbanismo. Deverão constar no final do artigo os dados referentes ao autor, tais como: titulação, sua atividade atual, instituição a que esteja vinculado, endereço, telefones e correio
eletrônico.
Os artigos devem ser encaminhados para o site da revista http://www.revistas.unifacs.br/index.php/rde
com cópia para o e-mail rde@unifacs.br ou dantasle@uol.com.br
Enviar apenas cópia digital em formato Word.

SECRETARIA DA REVISTA:
Rua José Peroba, n. 251 - Edf. Civil Empresarial - Sala 701 - STIEP
Tel.: 71 - 3273-8528
Salvador, Bahia, Brasil
CEP. 41770-235»

(reprodução de anexo de mensagem de correio electrónico entretanto recebida, proveniente da entidade identificada)

domingo, outubro 09, 2011

[REDES] Publicação de nova edição

«Caros leitores,
A Revista Redes acaba de publicar o Vol. 16, nº 2/2011 no link
Convidamos todos a navegar no sumário da revista para acessar os artigos e itens de interesse.
Agradecemos seu interesse em nosso trabalho,
Profa. Virginia Elisabeta Etges
Prof. Silvio Cezar Srend
Editores

Grasiela da Conceição
Assistente Editorial
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Redes
Vol. 16, No 2 (2011)
Sumário

(reprodução parcial de mensagem que me caiu entretanto nma caixa de correio electrónico, com a proveniência identificada)

quinta-feira, outubro 06, 2011

A Capital Europeia da Cultura de 2012

Guimarães vai acolher dentro de poucos meses uma das Capitais Europeias da Cultura a concretizar em 2012, o que, naturalmente, aquando da aprovação da candidatura, veio reforçar a auto-estima e o orgulho dos residentes do município. Ficou, também, criada grande expectativa sobre os efeitos económicos, sociais e culturais derivados do acolhimento de tal mega-evento. Em anos precedentes, duas outras cidades portuguesas acolheram este evento cultural: Lisboa (1994) e Porto (2001).
A iniciativa da realização de Capitais Europeias da Cultura (CECs) foi lançada em Atenas, em 1985. Originalmente, os seus objectivos eram puramente culturais, pois procurava-se divulgar a cultura das cidades junto dos cidadãos europeus e, ao mesmo tempo, construir um espaço comum a partir do mosaico de culturas dos vários países. Com o passar dos anos, o conceito foi-se moldando às necessidades de cada cidade organizadora.
O ponto de viragem foi Glasgow, em 1990, que, ao contrário das anteriores cidades culturais (Florença, Amesterdão, Berlim e Paris), não era um destino cultural na Europa. Por isso, os objectivos da candidatura foram alargados, contemplando-se a regeneração urbana e a melhoria da imagem da cidade como destino cultural. Na avaliação do impacto económico do evento, a organização de Glasgow foi considerada um sucesso, gerando um benefício para a cidade devido ao acréscimo verificado no número de turistas e de receita associada.
Se a organização de um mega-evento como uma CEC pode contribuir para a dinamização da cultura local e para a preservação do meio ambiente e do património local, pode, igualmente, estar na origem de impactos negativos, de diversa ordem, incluindo o desenvolvimento de conflitualidade entre residentes e visitantes, decorrente da competição que se posse gerar no acesso a certos equipamentos e serviços, nomeadamente. Por esta razão, importa contar com o apoio dos residentes para que estes eventos possam ser bem sucedidos e os impactos positivos dos mesmos sejam majorados e prolongados no tempo.
Atento a esta dimensão, o autor deste texto, em parceria com outros investigadores, desenvolveu um estudo que consistiu em aferir como é que a imprensa local, através de dois semanários locais, “Notícias de Guimarães” e “O Povo”, se têm feito eco da posição da opinião pública e das associações culturais de Guimarães sobre a preparação da CEC 2012. O período coberto pela análise foi o que medeia entre Janeiro e Agosto de 2011.
Da análise de conteúdo das notícias e outros textos publicados, foi possível concluir que: i) foi elevada a produção de notícias de índole negativa, incidindo sobretudo sobre a estrutura de gestão da CEC 2012 e a relação frustrada que se foi verificando entre a autarquia local e a Fundação Cidade de Guimarães (FCG) ou entre esta entidade e a população; ii) foi identificada apenas a produção de uma notícia em que era levantada a preocupação com o que ficará para além de 2012, aparte as obras realizadas e os equipamentos que estão ou venham a ser criados; iii) fica por esclarecer porque é que existem associações que viram aprovados os seus projectos e outras que ficaram mais de um ano à espera de qualquer interacção com a FCG; e iv) resulta a impressão de que o fraco envolvimento da população não decorrerá tanto de um esquecimento por parte da entidade organizadora mas, antes, da prevalência de uma concepção pouco democrática na montagem da CEC, na sua dimensão programação cultural e planeamento de equipamentos e renovação urbana.
Exprimindo o seu desapontamento em relação ao evoluir da organização da CEC 2012, em comentário produzido em fórum electrónico, há poucos dias, dizia a propósito uma residente de Guimarães (Sara Oliveira) o seguinte: “Foi notória uma ânsia de protagonismo e tentativa de aproveitamento de vantagens financeiras [decorrentes] por parte de um grupo restrito de pessoas, cuja escolha pode ser questionada e que encontrou acolhimento por parte quem tem o poder de ´homologar` quem serão os agentes culturais que podem entrar para o Clube VIP da CEC 2012. É triste também verificar a opacidade em termos de informação, relativamente à programação concreta e aos agentes culturais que estarão envolvidos”.
Tentada que foi recentemente a correcção de trajectória da estrutura organizadora do evento, pode ser que a iminência do fracasso fique mais longe. Seguro é que o mega-evento ficará longe de vir a produzir os efeitos de renovação da dinâmica socioeconómica e cultural do município que se estimaria à partida que pudessem ocorrer, e as populações e os agentes de desenvolvimento presentes no território ambicionariam.

J. Cadima Ribeiro

(artigo de opinião publicado em 2011/10/06 no Jornal de Leiria)

terça-feira, outubro 04, 2011

IFKAD-KCWS 2012 - Call for Abstracs - Matera, Italy, 13-15 June 2012

«IFKAD - KCWS 2012 joint conference on the theme of
Knowledge, Innovation and Sustainability: Integrating Micro and Macro Perspectives

A joint conference for those at the forefront of the global knowledge-based debate

CALL FOR ABSTRACTS

Dear José Cadima Ribeiro,
successful international sister conference series of International Forum on Knowledge Asset Dynamics (IFKAD) and Knowledge Cities World Summit (KCWS) decided, for the first time, to bring their energies and communities together and with this strengthened synergy to host their 2012 editions in a joint multi-disciplinary conference setting.
This is the announcement and Call for Abstracs for the joint conference of the IFKAD-KCWS 2012 on the theme of Knowledge, Sustainability and Management Innovations: Integrating Micro and Macro Perspectives, which will be held in Matera (Italy) during the days of 13-15 June 2012.

THEMES AND TOPICS:
The IFKAD-KCWS 2012 joint conference aims to integrate two distinctive but at the same time highly overlapping perspectives – micro and macro – on knowledge-based development at the firm, organisation and city levels. This international conference encourages discussions on three critical dimensions of the development of 21st century – knowledge, innovation and sustainability. The primary focus of the conference is academic and practitioner presentations and exchange of ideas. Theoretical, empirical and practitioner papers are invited addressing research topics which focus on the role of knowledge assets and knowledge-based development in firm, organisation and city value creation, planning, development and management from different perspectives.

[...]

KEY DATES - IFKAD 2011
» Abstract submission deadline 15 January 2012
» Acceptance notification to authors 20 February 2012
» Early-Bird registration cut-off 31 March 2012
» Full paper submission deadline 20 April 2012
» Regular registration deadline 25 May 2012
» IFKAD-KCWS sessions 13-15 June 2012
Matera

[...]

SUBMISSION PROCEDURE:
The submission of the abstract should be done by using this electronic upload procedure of our website. All papers will undergo a double blind review process and all accepted papers will be included in the Conference proceedings. We kindly invite you to follow the authors' guidelines published on our website for structuring your abstract/paper.

PUBLICATION PLAN:
All accepted papers will be included in the Forum Proceedings with ISBN number. The proceedings will be submitted for inclusion in the Thomson Reuters Conference Proceedings Citation Index database.
Following the Conference, authors of the selected high quality papers will be invited to submit their papers for inclusion in Special Issues of following high-impact international academic journals:
» Measuring Business Excellence
» International Journal of Knowledge-Based Development
» Journal of Knowledge Management
» Journal of Intellectual Capital
» Knowledge Management Research and Practice
The publication plan is still under planning. Please check the website for updates.

For detailed information about this event, please visit the official website: www.knowledgeasset.org/IFKAD

Thank you for your interest
Sincerely Yours
Giovanni Schiuma, Tan Yigitcanlar and JC Spender
Chairmen of IFKAD-KCWS 2012»

(reprodução parcial de mensagem que me caiu entretanto na caixa de correio electrónico, com a proveniência identificada)

segunda-feira, outubro 03, 2011

O olhar da população vimaranense da CEC 2012

Da análise de conteúdo das notícias e outros textos publicados, foi possível concluir que:
i) foi elevada a produção de notícias de índole negativa, incidindo sobretudo sobre a estrutura de gestão da CEC 2012 e a relação frustrada que se foi verificando entre a autarquia local e a Fundação Cidade de Guimarães (FCG) ou entre esta entidade e a população;
ii) foi identificada apenas a produção de uma notícia em que era levantada a preocupação com o que ficará para além de 2012, aparte as obras realizadas e os equipamentos que estão ou venham a ser criados;
iii) fica por esclarecer porque é que existem associações que viram aprovados os seus projectos e outras que ficaram mais de um ano à espera de qualquer interacção com a FCG; e
iv) resulta a impressão de que o fraco envolvimento da população não decorrerá tanto de um esquecimento por parte da entidade organizadora mas, antes, da prevalência de uma concepção pouco democrática na montagem da CEC, na sua dimensão programação cultural e planeamento de equipamentos e renovação urbana.

J. Cadima Ribeiro

sábado, outubro 01, 2011

"A maior parte das notícias acerca da CEC 2012 são más"

«É muito triste confirmar no estudo da imprensa do Dr. Cadima que a maior parte das notícias acerca da CEC 2012 são más. Por um lado, confirmamos que não houve comunhão de interesses entre a CMG, a FCG e as associações locais e os cidadãos que querem contribuir para algo que podia ser bom para todos, por outro, foi notória uma ânsia de protagonismo e tentativa de aproveitamento de vantagens financeiras por parte de um grupo restrito de pessoas, cuja escolha pode ser questionada e que encontrou acolhimento por parte quem tem o poder de "homologar" quem serão os agentes culturais que podem entrar para o Clube VIP da CEC 2012. É triste também verificar a opacidade em termos de informação, relativamente à programação concreta e aos agentes culturais que estarão envolvidos»


(comentário disponível no Facebook -
produzido a propósito de notícia de debate realizado na 5ª feira pp. pelo fórum Conferência Permanente de Cidadãos: CEC Guimarães 2012)

quinta-feira, setembro 29, 2011

"Conferência KIBS - 14 e 15 Outubro 2011 - Faculdade de Economia da Universidade do Algarve"

«Exmos. Senhores,
O CIEO - Centro de Investigação sobre o Espaço e as Organizações da Universidade do Algarve está a organizar em conjunto com a Universidade de Birkbeck e a Regional Studies Association, a conferência «Policy Implications for Knowledge Intensive Business Services (KIBS) and Innovation in Regions in a Globalised Economy» que decorrerá no Auditório da Faculdade de Economia, da Universidade dos Algarve, nos dias 14 e 15 de Outubro 2011.
Estão confirmadas as presenças de Peter Nijkamp, da UV University Amsterdam; Bjorn Asheim, do CIRCLE - Centre for Innovation, Research and Competence in the Learning Economy, Sweden; Paulo Neto, da Universidade de Évora; e Teresa de Noronha, da Universidade do Algarve e CIEO.
Convidamos todos os interessados a estar presentes e agradecemos a divulgação do evento junto dos V. contactos.
Programa e ficha de inscrição disponíveis em: http://www.cieo.ualg.pt/
Inscrições gratuitas.
Em caso de dúvida ou informação adicional, fico ao dispor.
Atenciosamente,
Julieta Rosa
Comunicação e Relações Exteriores
CIEO - Centro de Investigação sobre o Espaço e as Organizações
Universidade do Algarve | Campus de Gambelas
FE | Edifício 9 | 8005-139 Faro
Tel: +351 289 800 900 (ext. 7161)

(reprodução do corpo principal de mensagem que me caiu entretanto na caixa de correio electrónico, com a proveniência identificada)

A reforma da divisão administrativa local: um ponto de vista sobre a realidade de partida do distrito de Leiria

P - Olhando para o mapa do distrito, que alterações poderiam ser feitas à actual divisão administrativa?

R – Como nota prévia, cumpre que diga que o Distrito é uma realidade político-administrativa sem substância, hoje em dia. Na perspectiva de aproximar as pessoas das instâncias em que se exerce o poder e de ganhar eficiência na gestão dos recursos e na prestação de serviços, a reforma da administração local a efectivar tem que ter/ganhar escala e não optar pela criação de macro-unidades administrativas, mantendo presente a necessidade de identificação entre as unidades a criar/manter e as populações.

Olhando para o actual Distrito de Leiria, percebe-se que há espaço para a supressão e fusão de muitas freguesias e, mesmo, de alguns municípios. Chamam particularmente a atenção os municípios do interior-norte, vazios de gente e acumulando um território escasso, assim como a reduzida dimensão geográfica da Batalha, da Nazaré, de Bombarral, de Peniche, sendo certo que, para além de Leiria, nenhum dos demais municípios do Distrito tem uma dimensão humana relevante, que potencie a sediação de serviços e equipamentos e lhe confira capacidade de ser um centro relevante na organização do território nacional.

J. Cadima Ribeiro

(resposta a questão da jornalista Mª Anabela Silva, datada de 2011/09/11, do Jornal de Leiria)

segunda-feira, setembro 26, 2011

"CHAMADA PARA COMUNICAÇÕES (...), FILMES E ´PÓSTERS` VIII CITURDES"

«Car@s colegas:
Envio em anexo informação sobre uma chamada para comunicações (texto completo), filmes e pósters para o VIII CITURDES (Congresso Internacional de Turismo Rural e Desenvolvimento Sustentável), que terá lugar no pólo da UTAD em Chaves de 25 a 27 de Junho de 2012. Apelo a vossa participação e muito agradeço a máxima divulgação desta chamada. Obrigado pela atenção e cumrprimentos:

Prof. Dr. Xerardo Pereiro (antropólogo e investigador efectivo do CETRAD)
Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD) -Pólo de Chaves -
Quinta dos Montalvões
Outeiro Seco, Apartado 61, 5401-909 - Chaves - Portugal
Telefone: (351) 276309300
Fax: (351) 276309309
Correios electrónicos: xperez@utad.pt - mirantropos@hotmail.com

Web da UTAD: www.utad.pt
Web do CETRAD: www.cetrad.info/
Web pessoal: www.utad.pt/~xperez/»

(reprodução do corpo principal de mensagem que me caiu entretanto na caixa de correio electrónico, com a proveniência identificada)

quinta-feira, setembro 22, 2011

Capitais Europeias da Cultura: breve nota histórica

Guimarães (Portugal) vai acolher em 2012 uma das capitais europeias da cultura. A outra, a concretizar num estado não-membro da União Europeia (U.E.), será Maribor, na Eslovénia. Em anos precedentes, duas outras cidades portuguesas acolheram já esta iniciativa cultural europeia: Lisboa, primeiro, em 1994, e o Porto, depois, em 2001.
A iniciativa da realização de Capitais Europeias da Cultura (CECs) foi lançada em Atenas, em 1985, emergindo como uma iniciativa intergovernamental. Desde 2005, a nomeação das cidades passou a estar cometida ao âmbito comunitário, sendo uma prerrogativa do Conselho de Ministros da U.E..
Por decisão do Conselho de 18 de Maio de 1990, a partir de 1996, a designação passou a incluir cidades não só de Estados-Membros da União como também de outros países europeus, desde que estes respeitassem os princípios da democracia, do pluralismo e do estado de direito.
Desde o lançamento deste evento até ao presente, a dita iniciativa cultural decorreu nas cidades seguintes (EC, 2009; http://ec.europa.eu/culture/...):
1985 - Atenas (Grécia); 1986 - Florença (Itália); 1987 - Amesterdão (Países Baixos); 1988 - Berlim (Alemanha); 1989 - Paris (França); 1990- Glasgow (Reino Unido); 1991 - Dublin (Irlanda); 1992 - Madrid (Espanha); 1993 - Antuérpia (Bélgica); 1994 - Lisboa (Portugal); 1995 - Luxemburgo (Luxemburgo); 1996 - Copenhaga (Dinamarca); 1997 - Salónica (Grécia); 1998 - Estocolmo (Suécia); 1999 - Weimar (Alemanha); 2000 - Avinhão (França), Bergen (Noruega), Bolonha (Itália), Bruxelas (Bélgica), Helsínquia (Finlândia), Cracóvia (Polónia), Reiquiavique (Islândia), Praga (República Checa), Santiago de Compostela (Espanha); 2001 - Porto (Portugal), Roterdão (Países Baixos); 2002 - Bruges (Bélgica), Salamanca (Espanha); 2003 - Graz (Áustria); 2004 - Génova (Itália), Lille (França); 2005 - Cork (Irlanda); 2006 - Patras (Grécia); 2007 - Luxemburgo (Luxemburgo), Sibiu (Roménia); 2008 - Liverpool (Reino Unido), Stavanger (Noruega); 2009 - Linz (Áustria), Vilnius (Lituânia); 2010 - Essen (Alemanha), Pécs (Hungria), Istambul (Turquia); 2011 - Finlândia (Turku), Estónia (Tallin).
Aparte as capitais europeias da cultura que se celebrarão em 2012, em Guimarães (Portugal) e Maribor (Eslovénia), estão já designadas para acolher as CECs de 2013 as cidades de Bordeaux, Lyon, Marseille e Toulouse (França) e de Nitra, Kosice, Martin e Presov (Eslováquia).
A denominação "Capital Europeia da Cultura" não corresponde à que havia sido adoptada em 1985, que era "Cidade Europeia da Cultura". Essa denominação só em 1999 passou a ser usada. A escolha das cidades para capitais europeias da cultura segue uma ordem, por Estado-Membro da EU. Em concreto, os Estados-Membros sucedem-se por ordem alfabética, podendo alterar a ordem cronológica das manifestações de comum acordo (http://ec.europa.eu/culture/...). A cidade de acolhimento deve ser designada com, pelo menos, dois anos de antecedência. Procura-se evitar, igualmente, que duas cidades da mesma área geográfica sejam designadas em anos consecutivos e pretende-se manter um esquema de alternância entre uma capital nacional e uma cidade da província.
As candidaturas a CEC são abertas anualmente, pela Comissão Europeia, e a escolha está a cargo de um júri composto por 7 individualidades independentes a quem cumpre elaborar um relatório sobre as candidaturas apresentadas. O relatório produzido é submetido oportunamente à Comissão Europeia, ao Parlamento Europeu e ao Conselho, a quem, como se disse, cumpre a deliberação final sobre a(s) cidade(s) escolhida(s).
A candidatura ao acolhimento de uma CEC deverá ter como base um projecto cultural de dimensão europeia. Cada cidade organizará um programa cultural que valorize a cultura e património cultural próprios, e associe agentes culturais de outros países europeus, como forma de gerar laços de cooperação a médio e longo prazos. No caso das cidades a quem cumpre organizar as CECs de um certo ano, mais é pressuposto que desenvolvam alguma relação entre si.
A organização de uma Capital Europeia da Cultura dá direito a um financiamento por parte da União Europeia. Até 2009 este financiamento era de cerca de 1,5 milhões de euros, sendo atribuído no âmbito do programa "Cultura". A partir de 2010, esse financiamento passou a ser atribuído sob a forma de um prémio que assumiu a designação de Prémio Melina Mercouri, em honra da personalidade de origem grega com o mesmo nome.

J. Cadima Ribeiro
J. Freitas Santos

Referências:
EC (European Communities) [2009], European Capitals of Culture: the road to success: from 1985 to 2010, Luxembourg, Office for Official Publications of The European Communities.

segunda-feira, setembro 19, 2011

Seminário “Território, Desenvolvimento Local e Regional”

«Universidade do Minho, Instituto de Ciências Sociais
Seminário “Território, Desenvolvimento Local e Regional”
Quinta-feira, 3 de Novembro de 2011 – 09h00 às 18h00
Auditório Centro Multimédia do Instituto de Educação- Universidade do Minho - Gualtar, Braga – Portugal

Através do seminário “Território, Desenvolvimento Local e Regional” a realizar na Universidade do Minho, em Braga, pretende-se proporcionar uma oportunidade de reflexão sobre os fenómenos de desenvolvimento local e regional e as suas diversas dimensões. Para tal, foram escolhidos vários temas e perspectivas, atendendo aos impactos do global sobre o local e vice-versa, passando pela participação democrática no desenvolvimento sustentável, a valorização do capital social, as mobilidades, os territórios e sistemas de conhecimento, tendo também em conta as virtualidades e limites do desenvolvimento local.

Call for Posters
Envio até ao dia 16 de Outubro de proposta de poster, devendo a mesma ser em tamanho A1, conter título, informação dos autor(es), objectivos, metodologia, resultados e conclusão/discussão.
Até ao dia 23 de Outubro será enviado o resultado da apreciação da mesma.

Programa
9h00-9h30 Recepção dos participantes e entrega da documentação
9h30-10h00 Sessão de Abertura
Reitor da Universidade do Minho
Presidente do Instituto de Ciências Sociais
Director do Centro de Investigação em Ciências Sociais
Presidente da Câmara Municipal de Braga
10h00-10h40 Sessão 1 – Participação, promoção e sustentabilidade dos territórios/regiões
Moderador: António Cardoso (IPVC-CICS-UM)
Conferência de abertura: Democracias Participativas y Desarrollo Sostenible – Tomas Villasante (Universidade Complutense de Madrid)
10h40-11h00 Os territórios e a economia do conhecimento: que respostas face aos novos desafios? – Domingos Santos (Instituto Politécnico de Castelo Branco – CICS-UM)
11h00-11h20 Regionalização em Portugal: uma questão de democracia e equidade no desenvolvimento – Manuel Carlos Silva (CICS-UM)
11h20-11h40 Como ter sucesso usando as vantagens sustentáveis do território em proveito próprio: o caso Queijos Matias – José Cadima Ribeiro (Universidade do Minho)
11h40-12h00 Políticas de Acolhimento nas Zonas Rurais e Desenvolvimento Local Sustentável - Carlos Ribeiro - ANIMAR (Associação Portuguesa para o Desenvolvimento Local)
12h00-12h30 Debate
12h30-14h00 Intervalo para almoço
14h00-14h20 A dimensão territorial da crise actual e as respostas do Desenvolvimento Local - Rogério Roque Amaro (Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa - ISCTE-IUL)
14h20-14h40 Desenvolvimento Local – virtualidades e limites – António Cardoso (Instituto Politécnico de Viana do Castelo – CICS-UM)
14h40-15h00 Territórios Rurais – entre a turistificação e o esquecimento? – Elisabete Figueiredo (Universidade de Aveiro)
15h00-15h30 Debate
15h30 –16h00 Coffee break e apresentação de posters no átrio
16h00 –16h20 O “sistema político” local português e o desenvolvimento sustentável: resistências e mudanças – Joel Felizes (Universidade do Minho)
16h20 –16h40 Capital social como instrumento de desenvolvimento sustentável – Eduardo Duque (Universidade do Minho/Universidade Católica)
16h40 –17h00 Acessibilidades e opções de mobilidade da população de Braga – Vitor Ribeiro e Paula Remoaldo (Universidade do Minho)
17h00-17h30 Debate
17h30 –18h00 Apresentação de livro sobre o IV Congresso de Estudos Rurais (por Elisabete Figueiredo da Universidade de Aveiro)

Comissão Científica
António Cardoso (Instituto Politécnico de Viana do Castelo)
Joel Felizes (Universidade do Minho)
José Cadima Ribeiro (Universidade do Minho)
Manuel Carlos Silva (Universidade do Minho)
Paula Remoaldo (Universidade do Minho)
Tomas Villasante (Universidade Complutense de Madrid)

Comissão Organizadora
António Cardoso (Instituto Politécnico de Viana do Castelo)
Eduardo Duque (Instituto de Ciências Sociais da Universidade do Minho)
Joel Felizes (Universidade do Minho)
Paula Remoaldo (Instituto de Ciências Sociais da Universidade do Minho)
Centro de Investigação em Ciências Sociais (CICS)
Geoplanum (Associação de Estudantes de Geografia e Planeamento da Universidade do Minho)
NECSUM (Núcleo de Estudantes de Sociologia da Universidade do Minho)


Inscrição
A inscrição é feita on-line no seguinte endereço: http://semintdlregional.blogspot.com tem um custo de 10€ para o público em geral e de 5€ para estudantes (c/ certificado de participação)
Cumprimentos,
Ângela Matos
Secretária»

(reprodução de mensagem que me caiu entretanto na caixa de correio electrónico, com a proveniência identificada)

"PORTUGAL, UMA POESIA EM AZUL E BRANCO COM TEMPEROS EXÓTICOS"

Cartas Portuguesas - de Lisboa (III)

(título de mensagem, datada de Segunda-feira, 19 de Setembro de 2011, disponível em Economia Portuguesa)

quinta-feira, setembro 15, 2011

Colóquio/debate: CIDADE, ESPAÇO PÚBLICO E PARTICIPAÇÃO CÍVICA

Conferência Permanente de Cidadãos – CEC Guimarães 2012
Colóquio/debate: CIDADE, ESPAÇO PÚBLICO E PARTICIPAÇÃO CÍVICA
canalguimarães.com (Edifício da Associação Artística Vimaranense),
Guimarães, 29 de Setembro de 2011, 21,30 horas
[Nota: data provisória, entretanto reajustada, por razões de força maior]

quinta-feira, setembro 08, 2011

Os censos da população de 2011

O Instituto Nacional de Estatística (INE) divulgou em Junho pp. os Resultados Preliminares dos Censos 2011, decorrentes da operação censitária realizada em todo o país em Março deste ano. Conforme pode ler-se no resumo do documento divulgado pelo INE na referida ocasião (revisto em Julho pp.), “Os resultados preliminares dos Censos 2011 indicam que a população residente em Portugal no dia 21 de Março […] era de 10 555 853 indivíduos. A dinâmica de crescimento da população registou na última década uma evolução positiva, embora moderada, de cerca de 2% [1,9%] na população residente. As regiões que apresentam um crescimento da população residente são o Algarve, as Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira e Lisboa. […] Na última década tornou-se mais evidente a deslocação da população residente para a Área Metropolitana de Lisboa ou para os municípios vizinhos do de Lisboa […]. Os municípios do interior perdem mais população e o litoral tende a manter o efectivo populacional”.
Em informação à comunicação social (Destaque), datada de 30 de Junho de 2011, a mesma entidade mais adianta que “relativamente à década 2001-2011, apura-se um crescimento da população residente de cerca de 199 700 indivíduos, o qual decorre de um saldo natural (dados provisórios) de cerca de 17 600 pessoas e do saldo migratório positivo que se estima em cerca de 182 100 pessoas para o total do País.” (INE, p.4). Fazendo-se notar que “O aumento ou diminuição da população de um determinado território dependem de dois saldos: o natural (nascimentos-óbitos) e o migratório (imigração-emigração)” [INE, p.4], dado este que se afigura decisivo para perceber o que se passou em variados lugares, onde foi patente a surpresa com que os resultados dos censos foram recebidos. Entre os municípios cujos resultados foram acolhidos com mais surpresa contam-se os de Guimarães, Barcelos e Pombal, que têm em comum o facto de manterem um perfil industrial e antecedentes de razoável dinamismo demográfico.
Na minha perspectiva, estes resultados serão menos surpreendentes se considerados no computo global dos dados nacionais a que se alude acima, dos quais se deduz que os territórios onde ocorreram os melhores de¬sempenhos foram os que têm uma especialização produtiva no sector dos serviços, incluindo o tu¬rismo, ou que se situam na envol¬vente das Áreas Metropolitanas, sobretudo de Lisboa. Isto mesmo fazia notar a geógrafa Paula Remoaldo, em declarações para a edição de 2011/08/08 do jornal O Povo de Guimarães (p. 12). Reportando-se a Guimarães, afirmava que este município "não teve capacidade de reter popu¬lação e muito menos teve capaci¬dade de atrair população, nacional ou estrangeira", pretendendo com isso tornar patente a dominância do factor mobilidade, incluindo a componente migração internacional, na configuração dos desempenhos registados no município em causa e em diferentes outras partes do país.
Quando se considera a NUT III Pinhal Litoral, unidade estatística onde se integram os municípios de Batalha, Leiria, Marinha Grande, Pombal e Porto de Mós, se o resultado alcançado por Pombal, o pior da NUT (registou uma perda da população residente de cerca de 2,0%), pôde surpreender, seguramente muito mais do que o de Porto de Mós, tão surpreendente quanto o desempenho de Pombal será, porventura, o da Marinha Grande, que se cotou como o que maior ganho relativo de população registou (acréscimo de 8,6%) mas, em certa medida, sobretudo por aparecer algo a contra-corrente da tendência de perda verificada pelos territórios com perfil industrial mais vincado. Também é certo que o município em causa não se reduz à indústria transformadora, e a que detém talvez não tenha sido a mais afectada pela reestruturação produtiva a que se assistiu nos anos 2000, mas, pese isso, é esta a sua nota dominante.
Considerados os dados adiantados, nomeadamente os elementos informadores básicos dos comportamentos demográficos dos municípios (perfil produtivo, vizinhança de área metropolitana e capacidade de atracção de população migrante), o resultado obtido por Leiria será, de todos os da respectiva NUT III, o menos surpreendente. Trata-se de um centro (regional) de serviços e, por força dessa “vocação”, apresenta-se razoavelmente dotado (a cidade, digo) de equipamentos sociais.
Num caso e noutro, isto é, dos municípios que apresentaram os melhores e os piores desempenhos na década, os dados justificam que se faça séria reflexão sobre o porquê do que se passou, pois tornam patentes debilidades dos territórios e/ou dão sinais dos caminhos que importa percorrer no quadro de reestruturações económicas a implementar, reclamando apostas em sectores porta¬dores de futuro e na qualidade do serviço prestado pelas cidades/municípios.

J. Cadima Ribeiro

(artigo de opinião publicado na edição de hoje do Jornal de Leiria)

terça-feira, setembro 06, 2011

Chão Urbano. novo número

«Prezados,
O nº 5 set-out de 2011 do ano XI de Chão Urbano já encontra-se disponível no site da revista www.chaourbano.com.br
com dois artigos: o primeiro trata de perceber como tem sido afetada a saúde orçamental dos municípios portugueses com cidades que observam declínio da população; e o segundo trata da questão da segregação residencial no caso do Brasil.
Boa leitura!

(reprodução de mensagem que me caiu entretanto na caixa de correio, com a proveniência identificada)

Novo prazo para entrega de Resumos: 1.º Conferência de Planeamento Regional e Urbano & 11.º Workshop APDR

«Ex.mo(a) Senhor(a)
A comissão organizadora da 1.ª Conferência de Planeamento Regional e Urbano e do 11.º Workshop APDR, com o tema Território, Mercado Imobiliário e Habitação convida os profissionais, investigadores e estudantes a estar presentes no dia 11 de Novembro de 2011 na Universidade de Aveiro, para a discussão e apresentação de trabalhos de investigação científica ou relacionados com a prática profissional, que abarquem questões relativas ao mercado imobiliário e da habitação.
O encontro será marcado por uma sessão plenária que conta com a participação de reputados especialistas nacionais e internacionais, subordinada ao tema Território e mercado da habitação. O dia de trabalho terminará com a reflexão sobre o tema, na mesa redonda A habitação em 2030: uma visão prospectiva.
As sessões paralelas estão abertas a todos os participantes e pretendem constituir um espaço de reflexão e de partilha de saberes entre os participantes. Dar-se-á relevância às questões da habitação nas sociedades contemporâneas e dos desafios que decorrem da complexidade desta temática. Deixamos um apelo ao envio de comunicações sobre metodologias e casos práticos nesta área (NOVA DATA: submissão de resumos até 14 de Setembro de 2011) de forma a enriquecer a reflexão.
Enviamos, em anexo, a informação complementar sobre o referido evento.
Esperamos poder contar com a sua presença.

A comissão Organizadora da 1.ª Conferência de Planeamento Regional e Urbano e do 11.º Workshop APDR
Mais informações em: www.apdr.pt/evento_11/»

(reprodução do corpo principal de mensagem que me caiu entretanto na caixa de correio eletrónico, com a proveniência identificada)

domingo, setembro 04, 2011

"“O que é que um Governo faz quando quer desviar as atenções daquilo que não faz?"

Notícia Correio do Minho
Esposende: Autarca ex-PSD acusa Governo de cortar no poder local para 'desviar atenções daquilo que não faz':
http://www.correiodominho.pt/noticias.php?id=52794

terça-feira, agosto 30, 2011

Censos 2011: a NUT 3 Pinhal Litoral

Quando se considera a NUT III Pinhal Litoral, unidade estatística onde se integram os municípios de Batalha, Leiria, Marinha Grande, Pombal e Porto de Mós, se o resultado alcançado por Pombal, o pior da NUT (registou uma perda da população residente de cerca de 2,0%), pôde surpreender, seguramente muito mais do que o de Porto de Mós, tão surpreendente quanto o desempenho de Pombal será, porventura, o da Marinha Grande, que se cotou como o que maior ganho relativo de população registou (acréscimo de 8,6%) mas, em certa medida, sobretudo por aparecer algo a contra-corrente da tendência de perda verificada pelos territórios com perfil industrial mais vincado. Também é certo que o município em causa não se reduz à indústria transformadora, e a que detém talvez não tenha sido a mais afectada pela reestruturação produtiva a que se assistiu nos anos 2000, mas, pese isso, é esta a sua nota dominante.

J. Cadima Ribeiro

domingo, agosto 28, 2011

sexta-feira, agosto 26, 2011

quinta-feira, agosto 25, 2011

Leiria: Distrito, identidade e desenvolvimento

Num congresso organizada pela ADLEI (Associação para o Desenvolvimento de Leiria), em 2008, a dado passo da comunicação que apresentei, afirmei que “Falar de região é falar de uma unidade territorial no sentido subjectivo do termo, tendo implícito um sentimento de pertença e um sentido afectivo”. Quis, com isso, sublinhar que uma região é uma comunidade de pessoas, gente que se reconhece a partir da comunhão de um conjunto de valores e referências e da partilha de um certo território. Fi-lo, também, para trazer a dimensão administrativa-institucional para o seio do debate sobre o desenvolvimento, posto que o progresso dos territórios não se consegue só com o aporte de recursos financeiros e outros, pois as questões de organização e liderança são, amiúde, o factor que marca a distância estreita que medeia entre sucesso e insucesso.
Isto dizendo, tenho igualmente que deixar aqui salvaguarda a ideia de que as identidades dos territórios também se alteram e se renovam, fruto de laços sociais, culturais e económicos que se criam e/ou se esvanecem, mesmo porque as distâncias, os modelos de comunicação e as lógicas de estruturação dos tecidos económicos e institucionais se vão modificando, por força de mudanças tecnológicas e por força da vontade (precária) dos poderes públicos de traçarem novas “fronteiras” de planeamento e de gestão territorial.
Achei por bem fazer as considerações que antes aparecem para que fique claro que falar do Distrito de Leiria só por acaso é reportar uma realidade regional presente, sabido quão longínqua e precária foi a institucionalização da actual divisão político-administrativa do país. Essa é, aliás, razão forte para que o tema da reorganização administrativa à escala local tenha sido trazido para primeiro plano nos últimos meses. Se é pertinente que se questione a actual organização do país em matéria de municípios e freguesias, muito mais o é no que à divisão distrital se refere, dado o carácter residual que essa instância preserva na gestão pública do território. Conscientes disso, mais do que um governo, incluindo o que se encontra em funções, enunciaram a vontade de acabar com os governadores civis e, logo, com os Distritos.
Falou-se de recursos, que não têm que ser interpretados em sentido restrito. Falou-se de identidade. Falou-se de organização. Que fique claro que os territórios são alfobres de recursos e competências e que a sede primeira da respectiva afirmação económica e desenvolvimento são os seus recursos e competências, interpretadas estas como capacidade de transformar recursos de base em produtos e serviços negociáveis nos mercados, qualquer que seja a escala que se queira considerar, local, nacional, global. Curiosamente, quando o modelo de operação económica é o internacional, como é próprio dos tempos que correm, em face da procura de singularidade, de novidade, do que melhor responde à idiossincrasia do consumidor, os produtos dos territórios (sobretudo, produtos tradicionais mas também aqueles que são gerados no presente, bebendo na cultura, no saber-fazer dos lugares) ganham valia económica inesperada. Considere-se, a título de exemplo, as carnes de certas espécies animais, os azeites e os queijos com designação de origem protegida, o património natural e construído de alguns lugares, etc.
Entretanto, a operação económica em mercados alargados não se faz sem escala mínima e, muitas vezes, sem que, previamente, se desenvolvam dispendiosas campanhas de promoção dos produtos que estejam em causa. Daí se depreenderá a importância de organizar produtores, certificar produções e processos, fazer convergir vontades dos agentes presentes no terreno, actores económicos, agentes de desenvolvimento, actores políticos. Se reunidos em torno de desígnios comuns, de vontades irmanadas de fazer progredir a “sua terra”, muito mais fácil será ultrapassar egoísmos, diferenças de percepção de oportunidades configuradas no mercado, barreiras de comunicação entre agentes que intervêm nas diversas instâncias da vida dos territórios.
No quadro das disputas político-partidárias, na ânsia de adquirir protagonismo público, ou, simplesmente, por acharem que fica bem cavalgarem a onda do momento, há quem entenda que as reformas importam por si mesmas. Por contraponto, eu digo que vale a pena abraçar uma reforma se ela tiver potencial para ser instrumento de desenvolvimento, o que sempre implica tirar partido de (e/ou trabalhar) a identidade dos agentes dessas reformas e, logo, das entidades territoriais que estejam em causa. A essa luz, extinguir Distritos não é empobrecedor. Empobrecedor será continuar a construir divisões territoriais e instâncias de gestão político-administrativa suportados em divisões geográficas alheadas do sentimento de comunidade das populações abrangidas.

J. Cadima Ribeiro

[texto produzido em resposta ao pedido de colaboração da jornalista Lurdes Trindade (JLeiria), de 12 de Agosto pp.]

quarta-feira, agosto 24, 2011

O território como sujeito do processo de desenvolvimento

A ideia básica de que o sistema produtivo dos países cresce e transforma-se utilizando o potencial de desenvolvimento existente nos territórios, isto é, nas regiões e cidades, mediante os investimentos concretizados pelas empresas e entidades públicas, tomando como meta a melhoria do nível de vida das populações desses territórios, é o resultado de um conjunto de contribuições muito diversificadas, reunidas em torno de uma preocupação comum e de uma epistemologia própria. Reconhecer-se-ão aí, particularmente, as abordagens centradas no distrito industrial, no meio inovador e nos clusters.
Em todas estas aproximações teóricas se vislumbra a preocupação com o território como sujeito do processo de desenvolvimento e o estudo de casos como metodologia preferencial de análise do desenvolvimento local/regional. O protagonismo reclamado para a dimensão territorial, sugere-se não só em expressão da ancoragem espacial dos processos organizativos e tecnológicos mas, igualmente, da circunstância de qualquer localidade ou região se oferecer como o resultado de uma história que foi configurando o seu entorno económico, social, cultural e institucional.

J. Freitas Santos
J. Cadima Ribeiro

segunda-feira, agosto 22, 2011

"Os territórios são alfobres de recursos e competências"

Quando se fala das dificuldades financeiras que o país enfrenta na actualidade, e quando se fala das limitações de competitividade geral da economia portuguesa, diz-se amiúde que tal se deve a Portugal ser um país pobre, isto é, de parcos recursos. A propósito, quero que fique claro que os territórios são alfobres de recursos e competências e que a sede primeira da respectiva afirmação económica são os seus recursos e competências, interpretadas estas como capacidade de transformar recursos de base em produtos e serviços negociáveis nos mercados, qualquer que seja a escala que se queira considerar, local, nacional, global.

J. Cadima Ribeiro

sexta-feira, agosto 19, 2011

As identidades dos territórios também se alteram e se renovam

As identidades dos territórios também se alteram e se renovam, fruto de laços sociais, culturais e económicos que se criam e/ou se esvanecem, mesmo porque as distâncias, os modelos de comunicação e as lógicas de estruturação dos tecidos económicos e institucionais se vão modificando, por força de mudanças tecnológicas e por força da vontade (precária) dos poderes públicos de traçarem novas “fronteiras” de planeamento e de gestão territorial.

J. Cadima Ribeiro

segunda-feira, agosto 15, 2011

“DECENTRALIZATION AND GOVERNANCE”

“The most important theoretical argument concerning decentralization is that it can improve governance by making government more accountable and responsive to the governed. Improving governance is also central to the motivations of real-world reformers, who bear risks and costs in the interest of devolution. But the literature has mostly focused instead on policy-relevant outcomes, such as education and health services, public investment, and fiscal deficits. This paper examines how decentralization affects governance, in particular how it might increase political competition, improve public accountability, reduce political instability, and impose incentive-compatible limits on government power, but also threaten fiscal sustainability.”

Jean-Paul Faguet

Date: 2011-06
Keywords: decentralization, governance, local government, political competition, accountability, instability.

(resumo de “paper”, disponível no sítio referenciado)

domingo, agosto 14, 2011

Capital Europeia da Cultura 2012: notícias de um projecto fracassado?

Notícias Correio do Minho

Grupo de cidadãos prepara “escrutínio” da Capital Europeia da Cultura 2012:
http://www.correiodominho.pt/noticias.php?id=51944

Começa uma nova etapa na capital da cultura:
http://www.correiodominho.pt/noticias.php?id=51984

Guimarães: Espanhóis e Portugueses são quem mais visita urbe:
http://www.correiodominho.pt/noticias.php?id=52035

quinta-feira, agosto 04, 2011

quarta-feira, agosto 03, 2011

quinta-feira, julho 28, 2011

"Presidente da República recebe livro coordenado por professor da UMinho"

«Rui Nuno Baleiras entregou primeiro exemplar de “Casos de Desenvolvimento Regional”, que inclui vários textos de docentes desta academia
O Presidente da República recebeu há dias o primeiro exemplar do livro “Casos de Desenvolvimento Regional”, através do coordenador da obra, Rui Nuno Baleiras, que é professor da Escola de Economia e Gestão da UMinho. O acto teve lugar no Palácio de Belém, numa audiência concedida por Cavaco Silva à Associação Portuguesa para o Desenvolvimento Regional (APDR), que promove o volume de 798 páginas.
A sessão contou ainda com Francisco Nunes Correia (prefaciador da obra, professor do IST e ministro do Desenvolvimento Regional em 2005-09), António Simões Lopes (primeiro líder da APDR, em 1984-90, professor e ex-reitor da UTL) e Tomaz Ponce Dentinho (presidente da APDR e professor da Universidade dos Açores). Os 46 capítulos do livro foram escolhidos através de um processo competitivo, havendo vários textos de investigadores da UMinho, designadamente José Cadima Ribeiro, Francisco Carballo-Cruz, Rui Nuno Baleiras e Nuno Pinto Basto (todos da Escola de Economia e Gestão), Paula Remoaldo e Vítor Ribeiro (ambos do Instituto de Ciências Sociais).
“Casos de Desenvolvimento Regional” incide na economia e política do desenvolvimento regional, que é também definido como a “melhoria sustentável da qualidade de vida das pessoas”. A obra baseia-se no estudo de casos, fazendo a ponte entre doutrina e prática e dando soluções para problemas reais, como a produção de aplicações estatísticas ou de informação geográfica no apoio ao planeamento e decisão executiva, a elaboração de planos estratégicos, a mobilização de agentes económicos, a dinamização de acções colectivas em prol da competitividade ou a avaliação de políticas privadas e públicas e de processos endógenos de desenvolvimento.
São referidos exemplos de Portugal, Espanha, Brasil e São Tomé e Príncipe. Explica-se factores de sucesso e os riscos de projectos como o Biocant Park (ninho de unidades empresariais e de I&D de biotecnologia, em Cantanhede), o Queijo Matias (empresa familiar que se internacionaliza graças a um produto da serra da Estrela e da cooperação com agentes locais), o Quadrilátero Urbano do Minho (parceria de competitividade e inovação que une quatro municípios, a UMinho, a AIMinho e o CITEVE), o PROQUAL (programa de qualificação física, social e económica nos subúrbios de Lisboa), as parcerias do PROVERE na competitividade de territórios de baixa densidade (Rota do Românico do Vale do Sousa, Cultura Avieira no rio Tejo, entre outras) ou o processo de convergência do PIB per capita do Norte para a média nacional.
Editado pela Princípia, o volume destina-se a dois tipos de público: inúmeras disciplinas de ensino superior nos espaços lusófono e ibérico que versam sobre questões de desenvolvimento económico e social; e profissionais ligados à formulação de políticas e à dinamização de acções colectivas visando a competitividade e a coesão dos territórios. Os capítulos contêm exercícios para consolidação ou aprofundamento de conhecimentos, dentro e fora da sala de aula.
__________________________________________
Gabinete de Comunicação, Informação e Imagem
Universidade do Minho»

(reprodução de mensagem entretanto distribuída universalmente na rede electrónica da UMinho, pela entidade identificada)

sexta-feira, julho 22, 2011

sexta-feira, julho 15, 2011

segunda-feira, julho 11, 2011

1.º Conferência de Planeamento Regional e Urbano & 11.º ´Workshop` APDR

Ex.mo(a) Senhor(a)
A comissão organizadora da 1.ª Conferência de Planeamento Regional e Urbano e do 11.º Workshop APDR, com o tema Território, Mercado Imobiliário e Habitação convida os profissionais, investigadores e estudantes a estar presentes no dia 11 de Novembro de 2011 na Universidade de Aveiro, para a discussão e apresentação de trabalhos de investigação científica ou relacionados com a prática profissional, que abarquem questões relativas ao mercado imobiliário e da habitação.
O encontro será marcado por uma sessão plenária que conta com a participação de reputados especialistas nacionais e internacionais, subordinada ao tema Território e mercado da habitação. O dia de trabalho terminará com a reflexão sobre o tema, na mesa redonda A habitação em 2030: uma visão prospectiva.
As sessões paralelas estão abertas a todos os participantes e pretendem constituir um espaço de reflexão e de partilha de saberes entre os participantes. Dar-se-á relevância às questões da habitação nas sociedades contemporâneas e dos desafios que decorrem da complexidade desta temática. deixamos um apelo ao envio de comunicações sobre metodologias e casos práticos nesta área (submissão de resumos até 05 de Setembro de 2011) de forma a enriquecer a reflexão.
Enviamos, em anexo, a informação complementar sobre o referido evento.
Esperamos poder contar com a sua presença.
A comissão Organizadora da 1.ª Conferência de Planeamento Regional e Urbano e do 11.º Workshop APDR
Mais informações em: www.apdr.pt/evento_11/»

(reprodução integral da página principal de mensagem de correio electrónico entretanto recebida, proveniente da entidade identificada)

domingo, julho 10, 2011

sábado, julho 09, 2011

Actas/Proceedings On-Line - 17.º Congresso da APDR | 5.º Congresso de Gestão e Conservação da Natureza | Congresso Internacional da APDR/AECR

«Caros Participantes /Dear Participants,
Serve o presente para informar que as Actas do 17º Congresso da APDR estão disponíveis on-line http://www.apdr.pt/congresso/2011/ / It is a pleasure to inform that are now available on-line the 17th APDR Congress http://www.apdr.pt/congresso/2011/
Para aceder, basta entrar na opção ““ACTAS/ PROCEEDINGS”. Os artigos estão organizados por sessões e possuem paginação contínua. /To consult it please press “ACTAS/ PROCEEDINGS”. The papers are organized by parallel sessions and have a continuous pagination.
Como indicado no PDF “Capa com ISBN”, o ISBN é 978-989-96353-2-6. /As you can see in the PDF “Capa com ISBN” (“Cover Page”), this publication ISBN is 978-989-96353-2-6.
Por favor divulguem esta informação junto dos vossos co-autores./ Please inform your co-authors.
Com os nossos melhores cumprimentos e esperando reencontrá-los em 2012 / Hoping to meet in the 2012 Congress.
Elisabete Martins

Associação Portuguesa para o Desenvolvimento Regional
Universidade dos Açores - Rua Capitão João D'Ávila - 9700-042 - Angra do Heroísmo
Tel/Fax: (+351) 295 332 001 - http://www.apdr.pt - E-mail: apdr@apdr.pt»

(reprodução de mensagem que me caiu entretanto na caixa de correio electrónico, com a proveniência indicada)

sexta-feira, julho 08, 2011

Chão Urbano - Revista ´online`

«O Laboratório Redes Urbanas do Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano e Regional da Universidade Federal do Rio de Janeiro edita revista eletrônica sobre questões do território denominada “CHÃO URBANO” que lhes convido a acessar em www.chaourbano.com.br, e está aberta igualmente a receber propostas de artigos. Trata-se de revista indexada, classificada no Qualis Capes, fruto de trabalho coletivo de professores e pesquisadores de universidades brasileiras e um pesquisador de Portugal.»

(reprodução de mensagem que me caiu entretanto na caixa de correio electrónico, proveniente da entidade identificada)

sexta-feira, julho 01, 2011

"O Jardim Cortado ao Meio"

«Caríssimos
Desculpem-me ocupar dois minutos da vossa atenção.
A autarquia de Aveiro tem um projecto polémico que se propõe 'cortar o jardim do bairro histórico do Alboi ao meio para construir uma rua' (no âmbito de um programa mais vasto designado 'Parque da Sustentabilidade'). A iniciativa tem vindo a merecer o repúdio generalizado dos moradores do bairro e de muitos cidadãos. A autarquia não mostra disponibilidade para estudar uma alternativa e os moradores queixam-se que não foram ouvidos (mais informação aqui: http://contraoalboicortadoaomeio.blogs.sapo.pt/).
O músico/compositor e realizador Joaquim Pavão entendeu dar um contributo para a reflexão e está a produzir um documentário que pretende retratar a forma como o projecto está a ser concebido (a primeira parte de auscultação dos moradores pode ser vista aqui: 'Alboi - um Canto de Mundo!' (http://www.youtube.com/watch?v=dX_sEWp1Yh0). Vão seguir-se outros dois documentários que irão ouvir depoimentos de técnicos/especialistas e dos responsáveis (a autarquia já foi convidada a dar o seu testemunho, mas ainda não respondeu).
O assunto mereceu atenção de Fernando Alves na sua crónica de hoje na TSF (Sinais - 'O Jardim Cortado ao Meio'
Se puderem contribuir para divulgar esta causa, os moradores do Alboi agradecem!
Cumprimentos
José Carlos Mota»

(reprodução parcial de mensagem que me caiu entretanto na caixa de correio electrónico, proveniente da entidade identificada)